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Dorival Jr. assume responsabilidade por goleada de 4 a 0 sofrida pelo Galo

Dorival Jr. assume responsabilidade por goleada de 4 a 0 sofrida pelo Galo

Atualizado: Segunda-feira, 6 Dezembro de 2010 as 8:56

Encerrar o curto, mas produtivo trabalho à frente do Atlético-MG em 2010 com uma goleada não estava nos planos do técnco Dorival Júnior. Mas ele admite que, pelo que a equipe viveu no Campeonato Brasileiro deste ano, lutando para não cair para a Série B, a derrota de 4 a 0 para o São Paulo não pode ser criticada.

- Acho que seria natural que acontecesse o que aconteceu hoje. A semana foi diferente, já que soou como se o objetivo já estivesse alcançado. Eu já sabia que a partida seria muito difícil. Como comandante, eu tenho que entender. Os jogadores foram ao limite e alcançaram um objetivo muito duro. Prefiro enaltecer a capacidade de recuperação da equipe.

Apesar de ter informado na semana passada que poderia aproveitar a última partida do time no Brasileirão para observar alguns jogadores, Dorival Júnior admite que isso não ocorreu. Principalmente porque, mesmo com uma derrota, o Atlético poderia garantir vaga na Sul-Americana do ano que vem - e foi o que aconteceu.

- Ninguém foi avaliado nesse jogo, principalmente pela forma que a equipe veio a campo. Seria muito importante que estivéssemos mais preparados. Mas não tinha como exigir. Do jeito que a equipe viveu nos últimos seis meses, não dava para esperar outra coisa, senão o relaxamento. O São Paulo jogou, e o Atlético-MG apenas entrou em campo, relaxado. Eu assumo a responsabilidade pelo resultado.

Mudanças à vista

As observações que faria seriam para começar a definir quem fica e quem sai do elenco. Dorival Júnior, reconhece a importância de todos na luta para garantir o Galo na Série A do ano que vem, mas admite que mudanças são necessárias e serão feitas.

- Não é que eu não queira tê-los no elenco. Mas eu preciso modificar o perfil do time. Todos sempre foram tratados de forma profissional, mas é o momento de mudar algumas coisas. Sempre vou reconhecer o potencial de cada um, mas características têm de ser alteradas. Alguns ficam, e outros saem. Mas nunca irei desvalorizar qualquer atleta, independentemente do número de partidas que cada um fez.

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