
O repórter chega na Bolívia, abre o frigobar sedento e dá de cara com nada mais do que três garrafas dágua. Aí liga para a recepção e pede onde foram parar as demais opções. A resposta é uma pergunta: Você é da equipe do Internacional? Fomos orientados a deixar apenas água nos quartos. Até explicar que só a agência de turismo era a mesma do clube, o frigobar ficou ali, pobre de dar dó.
É uma determinação habitual dos clubes, que o Inter repete em sua passagem pela Bolívia. Um frigobar lotado poderia levar os jogadores a ingerir bebidas alcoólicas ou consumir alimentos salgadinhos, por exemplo fora dos horários determinados de refeição. Como os clubes se preocupam com cada detalhe físico dos boleiros (o Inter leva até nutricionista em algumas viagens), o raciocínio é de que é melhor controlar ao máximo o elenco nesse aspecto.
Em geral, os atletas também não podem fazer pedidos de serviço de quarto. Por vezes, eles recebem alimentos ali, mas por uma determinação do próprio clube a última refeição da noite, por exemplo.
O Inter está na Bolívia para duelar com o Jorge Wilstermann pela Libertadores. O jogo é nesta quarta-feira, em Cochabamba, para onde o elenco ruma nesta terça-feira desde Santa Cruz de la Sierra, sua moradia desde a noite de segunda.
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