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Em ritmo de treino, EUA vencem a Tunísia e se classificam invictos

Em ritmo de treino, EUA vencem a Tunísia e se classificam invictos

Atualizado: Quinta-feira, 2 Setembro de 2010 as 3:17

Não era preciso fazer muito esforço. Do outro lado estava um adversário que não metia medo e sequer tinha sentido o gosto de uma vitória no Mundial da Turquia. Já se poupando para as oitavas de final, os Estados Unidos cumpriram tabela e fizeram o que se esperava deles. Apesar do susto diante do Brasil, terminaram a fase de grupos com cinco triunfos ao baterem a Tunísia por 92 a 57. Ao fim do jogo, perdedores viraram tietes e pediram para tirar fotos com os ídolos americanos.

Eric Gordon, com 21 pontos, foi o cestinha da partida. Kevin Durant e Russell Westbrook anotaram 14, cada. Pela Tunísia, o maior pontuador foi Marouan Kechrid, com 15.

Kevin Durant  briga pela bola na partida contra a Tunísia (Foto: Reuters)   Em ritmo lento, a equipe americana parecia desinteressada da partida. Depois de sete minutos do primeiro quarto, somente Durant e Chauncey Billups tinham marcado pontos. Os tunisianos olhavam para o placar e gostavam de ver seu time à frente de um dos favoritos ao título. Quatro pontos seguidos de Andre Iguodala serviram para acordar seus companheiros e tomar o comando: 19 a 13.

Já era o suficiente para o técnico Mike Krzyzewski poupar seu quinteto titular e colocar em quadra seus reservas. A diferença subiu para dez pontos e só começou a cair por iniciativa do armador Marouan Kechrid, que terminou o segundo quarto como o maior pontuador do jogo (15) e ajudou seus companheiros a esboçar uma reação (35 a 33). Mas não conseguiram ir para o vestiário na frente: 39 a 33.

No banco do time africano, os sorrisos se abriam a cada vez que um de seus jogadores conseguiam levar a melhor sobre Lamar Odom ou Durant. A jovem estrela americana respondia com uma enterrada, só para exercitar. Lentamente a vantagem subia até chegar aos 17 pontos no fim do terceiro período: 63 a 46.

Poucos momentos foram capazes de despertar o interesse do público. Uma jogada de efeito de Westbrook, um toco de Radhouane Slimane ou uma enterrada de Tyson Chandler. A arquibancada vibrava mais com as apresentações das cheerleaders. E foi assim, em ritmo lento e com erros de ambos os lados, que os Estados Unidos asseguraram a sua quinta vitória.

Por Danielle Rocha Direto de Istambul, Turquia

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