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Eventos de MMA usam musas da TVpara ter sucesso no Brasil

Eventos de MMA usam musas da TVpara ter sucesso no Brasil

Atualizado: Sexta-feira, 15 Junho de 2012 as 7:41

Rodrigo Farah

O UFC é uma empresa bilionária, que domina o mercado do MMA sem nenhum concorrente à altura. E no Brasil não é diferente, o torneio de Dana White é o centro das atenções. Mas os eventos nacionais adotaram uma tática em comum para dividir a atenção do público: a contratação de musas conhecidas televisão para trabalharem como Ring Girls.Veja também: Ring Girls começam divulgação de Anderson Silva x Sonnen

Até o momento, uma série de beldades como Aryane Steinkopf, Juju Salimeni, Carol Dias, Fabiana Frota, Gracyanne Barbosa já trabalharam em torneios de MMA no país. Até mesmo a musa paraguaia da Copa do Mundo Larissa Riquelme atuou carregando as placas do Amazon Forest Combat, em Manaus.

A próxima musa da televisão a estrear como Ring Girl é a ex-BBB Fani Pacheco. Ela será uma das estrelas do Jungle Fight, que acontece nesta sexta-feira, em Macapá. Em entrevista ao iG, a atriz disse que ainda não é grande fã do MMA e que só conhece Anderson Silva, mas admitiu ansiedade para o trabalho.

“Não sei de nada ainda, nunca participei de um evento assim. Quero ver como vou me sentir. Se não gostar, não vou fazer de novo. Mas se eu achar a atmosfera legal, com certeza vou repetir”, afirmou a musa, que já foi capa da playboy.

“Já assisti a algumas lutas em barzinhos e coisas assim com os amigos, acho algo bem diferente. Acho que na hora posso me sentir meio intimidada por ficar exposta desta forma ao público masculino, mas pode ser que isso não tenha nada a ver e seja bem bacana”, completou.

O evento brasileiro que mais aposta em celebridades para atuarem como Ring Girls é o Jungle Fight, que já contratou musas como Adriane Sant’Anna, Jaqueline Faria, Maria Melilo.

De acordo com o presidente do torneio, Wallid Ismail, as atrações são fundamentais para a chamar a atenção do público. Apesar disso, o empresário fez questão de salientar que as atrações fora do ringue não podem ser maiores que os combates em si.

“Hoje em dia os eventos não podem se preocupar só com as lutas. Eles são um show. Tem as Ring Girls, a luz, a música, uma série de coisas. Mas o principal ainda são os lutadores. É isso o que os torcedores querem ver”, ponderou Wallid Ismail.

 

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