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Experiência copeira é arma do Inter no mata-mata da Libertadores

Experiência copeira é arma do Inter no mata-mata da Libertadores

Atualizado: Quarta-feira, 20 Abril de 2011 as 4:14

Chegou a fase quente da Libertadores. O Inter ficará sabendo nesta quarta-feira quem será seu adversário nas oitavas de final do torneio continental. A tabela indica ou o Jaguares, do México, ou o Peñarol, do Uruguai. Seja quem for, o Colorado tem como trunfo a experiência copeira da maioria absoluta de seus jogadores.

Quase todos foram campeões da Libertadores no ano passado. Passaram por sufocos contra Banfield e Estudiantes, por exemplo. Alguns também ganharam a Libertadores de 2006, a Recopa de 2007, a Sul-Americana de 2008. Estão acostumados às situações que fatalmente voltarão a enfrentar a partir da próxima semana.

- É outro campeonato. Mata-mata não tem volta atrás. São dois jogos. São 180 minutos. No primeiro jogo, não está tudo perdido. O Inter tem um grupo e uma cabeça muito boa para o mata-mata. Vamos continuar trabalhando. Sabemos que o Inter tem uma decisão depois da outra - disse o volante Guiñazu.

O goleiro Renan, bicampeão da Libertadores com o Inter, vê a experiência como uma vantagem, mas não como um ponto decisivo. Ele lembra que o Colorado foi campeão em 2006 depois de mais de uma década sem disputar o torneio.

- Isso é importante, mas não diria que vá definir. Há alguns anos, não tínhamos tido uma conquista, e o grupo conseguiu, pela vontade, pela entrega, por querer que o Inter passasse a outro patamar. Hoje, o Inter é reconhecido por sempre chegar. Essa experiência é importante em certos momentos do jogo, porque é uma competição diferente das outras. É importante para dar uma tranquilidade, mas não podemos achar que isso vai definir uma passagem de fase. Quem tem, quer ganhar de novo.

Quem não tem, quer ter - comentou o goleiro.

O Inter avançou às oitavas de final da Libertadores como campeão do Grupo 6. Teve 13 pontos – quatro vitórias, um empate e uma derrota.      

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