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Felipão só pensa no Verdão: 'Mulher que não é bem cuidada, mete corno'

Felipão só pensa no Verdão: 'Mulher que não é bem cuidada, mete corno'

Atualizado: Segunda-feira, 8 Novembro de 2010 as 10:30

O Palmeiras está focado na disputa da Copa Sul-Americana. Por isso, o técnico Luiz Felipe Scolari tem optado por escalar reservas no Brasileirão. Foi o que aconteceu neste domingo. O Verdão venceu o Guarani, por 1 a 0, na Arena Barueri, com um time alternativo. Faltam quatro jogos para o fim do campeonato nacional e o Palmeiras ainda vai pegar Atlético-GO, Atlético-MG, que brigam para fugir do rebaixamento, além de Cruzeiro e Fluminense, que estão na disputa do título. Felipão já avisou: se o time avançar na competição continental, seguirá usando reservas. E não quer saber de reclamação.

Teoricamente, com um time misto ou totalmente reserva, o Verdão ficaria mais fraco, o que beneficiaria os adversários, em detrimento dos outros times interessados em tropeços dos próximos rivais da equipe do Palestra Itália. Para o Corinthians, arquirrival palmeirense, por exemplo, vitórias verdes sobre Cruzeiro e Fluminense seriam fundamentais. O treinador, porém, diz que não tem nada com o problema dos outros e usou uma frase curiosa para reforçar o seu argumento.

- Tenho de cuidar da minha casa. Mulher que não é bem cuidada, meter corno. Portanto, os outros que se preocupem com o que é deles. É muito mais fácil assim - disse o treinador, arrancando risadas dos repórteres que acompanhavam sua entrevista coletiva na Arena Barueri.

Bem mais tranquilo que em suas outras entrevistas, o treinador não entrou em conflito e respondeu a todas as perguntas de maneira até bem humorada. O técnico disse que escalar time alternativo não significa menosprezar ninguém, muito menos ajudar ou prejudicar quem quer que seja.

- Utilizamos jogadores que atuam juntos nos treinos, contra aqueles que não vieram para a partida. Foram bem, gostei principalmente do esquema com três zagueiros. Foi interessante. Agora, o que pensam os outros não me interessa.

Por: Adilson Barros

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