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Forlán levanta a bola do Uruguai: 'Podemos ganhar de qualquer um'

Forlán levanta a bola do Uruguai: 'Podemos ganhar de qualquer um'

Atualizado: Domingo, 3 Julho de 2011 as 8:37

Diego Forlán é o destaque do Uruguai (Foto: AP)

  Um dos principais nomes do futebol uruguaio nos últimos anos, o atacante Diego Forlán, Bola de Ouro e um dos artilheiros da Copa do Mundo de 2010, afirmou neste sábado que a 'Celeste' pode quebrar um jejum de 16 anos e ser campeã da atual edição da Copa América, na Argentina.

- Se fizermos tudo direito, podemos ganhar de qualquer um. Sabemos que temos uma boa equipe, com jogadores que passam por bons momentos em campeonatos de primeiro nível - declarou o atacante, que, no entanto, destacou que ele e seus companheiros não terão vida fácil.

- Agora, o Uruguai vai a campo para vencer todas as partidas, mas não subestima ninguém. Estamos conscientes de que todas as partidas deste torneio serão complicadas - acrescentou o jogador do Atlético de Madri em entrevista coletiva.

Forlán destacou a mudança de mentalidade que houve em torno das seleções uruguaias desde 2006, quando o técnico Oscar Tabárez assumiu a seleção principal e passou a ser supervisor das de base.

- Não é por acaso que o Uruguai fez um bom Mundial e o que está acontecendo com as seleções juvenis. Melhorou a organização, o planejamento e isso, se não te garante bons resultados, ajuda a consegui-los - acrescentou o artilheiro.

Sobre o Peru, adversário da estreia no grupo B da Copa América, nesta segunda-feira, o atleta de 32 anos lembrou dos desfalques do técnico Sergio Markarián, como o meia Jeferson Farfán e o atacante Claudio Pizarro, mas afirmou que mesmo assim o duelo será complicado.

- Eles têm muitas baixas, mas jogam um bom futebol e por isso temos que estar concentrados desde o início e pensando apenas em ganhar - alertou.

Outro que será titular no confronto em San Juan, o zagueiro Mauricio Victorino, do Cruzeiro, declarou que é preciso conter a empolgação e a expectativa por uma conquista que os uruguaios não alcançam desde 1995, quando jogaram em casa, e pensar primeiro na seleção peruana.

- Temos uma equipe competitiva, mas não pensamos até onde devemos chegar e sim jogo a jogo. A partida contra o Peru será para nós a primeira de seis finais que nos propusemos a jogar - destacou.          

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