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Giovanni adia aposentadoria e cogita voltar ao Santos no Paulista

Giovanni adia aposentadoria e cogita voltar ao Santos no Paulista

Atualizado: Terça-feira, 29 Dezembro de 2009 as 12

Ídolo do Santos, Giovanni poderá voltar à Vila Belmiro para muito mais do que para um simples jogo de despedida, este já combinado com a diretoria. O meio-campista de 36 anos, que teoricamente encerrou a carreira neste ano vestindo a camisa do Mogi Mirim, já cogita voltar a jogar profissionalmente pelo Alvinegro Praiano no Campeonato Paulista de 2010.

''Acho que o Campeonato Paulista seria uma boa para mim e para o time, que vai ter um cara experiente que pode ajudar dentro e fora de campo'', afirmou Giovanni, que se reunirá com o técnico Dorival Júnior e com a cúpula santista para definir o seu retorno, ao A Tribuna.

Mesmo que inativo desde o último Paulistão, quando se ''aposentou'' pelo Mogi Mirim, o veterano garante que estará em forma caso o retorno - que depende do aval do técnico - ocorra. ''Eu treino todos os dias. São duas horas de academia, corro 7 km três vezes por semana, jogo bola em campo, salão. Eu me cuido. Se eu tiver que jogar vai faltar pouco fisicamente. Em uns 15 dias estarei no ponto'', afirmou. ''Sou um cara que sempre me cuidei. Sou um atleta. Não bebo, durmo cedo eu gosto disso tudo. Por isso, se me chamarem vou estar preparado. É lógico que não vou apostar corrida com um cara de 20 anos, mas vou saber ajudar o time taticamente''.

Mesmo que não vista mais o manto alvinegro, Giovanni nunca deixou de ajudar o clube. Fazendo um trabalho de observação, o ex-jogador indicou uma das maiores promessas santistas, o meia Paulo Henrique Ganso, ao clube da Vila Belmiro.

Nas eleições deste ano, Giovanni foi cabo eleitoral do atual presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, que venceu Marcelo Teixeira e encerrou um mandato de oito anos do ex-dirigente. Insatisfeito com Teixeira, o ex-meio-campista ajudou a eleger o novo mandatário santista, que ainda colocou o ex-companheiro Jamelli - com quem jogou em 1995 - como gerente de futebol.

Por Djalma Vassão

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