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Giuliano recebe prêmio de melhor da Libertadores de Verón e tieta o ídolo

Giuliano recebe prêmio de melhor da Libertadores de Verón e tieta o ídolo

Atualizado: Quinta-feira, 25 Novembro de 2010 as 9:34

Todo garoto apaixonado por futebol tem um ídolo. Nas peladas de rua ou nas quadras, imita os passos, as jogadas, tenta ser o craque que vê pela televisão. Agora, imagine a situação do meia Giuliano, do Internacional: seu modelo era Juan Sebastián Verón. Adorava ver o meia argentino em ação quando ainda estava na base do Paraná. De repente, ele está de pé, frente a frente com La Brujita, recebendo das mãos do jogador do Estudiantes o troféu de melhor jogador da Taça Libertadores.

- Nos treinos, sempre dizia que era a Brujita. Coisa de fã mesmo. Eu ganhei esse título, mas ele é o cara. Tanto que eu vou ali tirar uma foto com ele depois - comentou Giuliano, logo após receber o troféu na sede da Conmebol, em Assunção (PAR), nesta quarta-feira.

O guri colorado foi o grande destaque do Internacional na vitoriosa campanha da Libertadores deste ano. Pela segunda vez, a equipe gaúcha levantou o troféu, e Giuliano terminou como um dos artilheiros do torneio, marcando seis gols. Sem ser titular: virou talismã, resolvendo sempre que saiu do banco. Como foi o melhor de 2009, coube a Verón entregar o troféu ao brasileiro.

- Ele tem méritos. É um grande garoto, excelente jogador. Passo a ele o prêmio com muito gosto - afirmou Verón.

O craque argentino sabe bem o que fala. Afinal, foi um gol de Giuliano, já nos minutos finais de um dramático jogo disputado em Quilmes (Argentina), que eliminou o Estudiantes, de Verón, da Taça Libertadores deste ano. Era a disputa das quartas de final. O Inter perdeu por 2 a 1, mas passou porque havia ganho o jogo de ida, em casa, por 1 a 0. O gol solitário do melhor jogador da competição valeu por muitos.

- Olha, eu estaria mentindo se dissesse que imaginava isso. Queria, claro, ganhar o título, ajudar o Internacional. Mas ser artilheiro, melhor jogador da competição e ainda encontrar o Verón assim, não passava pela minha cabeça. Sério mesmo.

Por: Adilson Barros

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