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Impulsionado por 'era Bruno', Fla amplia invencibilidade nos pênaltis

Impulsionado por 'era Bruno', Fla amplia invencibilidade nos pênaltis

Atualizado: Segunda-feira, 21 Fevereiro de 2011 as 1:30

ndré Bahia corre, bate de perna esquerda e Mauro salta para defender. A cena é do dia 22 de setembro de 2004, contra o Santos, pela Copa Sul-Americana, e apontou o último vilão do Flamengo no assunto disputa por pênaltis. Desde então foram cinco disputas sem relembrar a situação de ter que voltar cabisbaixo para o vestiário. A mais recente vitória desta forma foi neste domingo, contra o Botafogo. Depois do empate por 1 a 1 com o Botafogo, o goleiro Felipe defendeu duas cobranças (Everton e Somália) e foi o herói da classificação à final da Taça Guanabara.     - Sabia que numa disputa por pênaltis a responsabilidade aumentaria pelo histórico do Bruno. Para que eu possa conquistar meu espaço, mas não quero ser o novo Bruno. Quero ser o Felipe, mas sei que falando de pênalti o Bruno era um monstro – afirmou.

Como ele mesmo admitiu após a partida, a boa participação dá continuidade à dinastia de Bruno, atualmente detido por acusação no desaparecimento na jovem Eliza Samudio. O goleiro participou de três disputas por pênaltis. A primeira na semifinal da Taça Guanabara de 2007 contra o Vasco. Dudar e Diego falharam contra ele.

Na final daquele ano, o camisa 1 bloqueou Lucio Flavio e Juninho, os dois principais cobradores do Botafogo. Leandro Guerreiro e novamente Juninho esbarraram em Bruno na decisão do Carioca de 2009. Vale também destacar a precisão dos cobradores. Nas quatro ocasiões citadas acima, ele bateram 15 vezes e só perderam uma - Renato chutou no travessão contra o Vasco. Léo Moura se destaca. Ele participou das quatro decisões, não tremeu e converteu em todas. Outro dado curioso é que em nenhuma das disputas o quinto batedor do Flamengo foi solicitado. No último domingo, seria Ronaldinho.

Está nas estatísticas

A quase invisível Copa Rio de 2005 também colabora para a boa fase do Flamengo nos pênaltis. Apesar de jogar a competição com time reserva, as partidas contaram para as estatísticas oficiais do clube. Por isso, a vitória sobre o Olaria por 5 a 4, na Rua Bariri, está na lista. O goleiro era Wilson, atualmente no Figueirense.

Neste ano, o time sub-18 também se garantiu nas penalidades máximas. Tanto na segunda fase, contra o Cruzeiro, como nas semifinais, contra o Desportivo Brasil, o goleiro César se destacou e foi um dos grandes pilares para o título.    

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