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Inesquecível: geração marca época com o bi cheia de candidatos a ídolo

Inesquecível: geração marca época com o bi cheia de candidatos a ídolo

Atualizado: Quinta-feira, 19 Agosto de 2010 as 9:13

É tempo de novos ídolos no Inter. Pelo menos sobram candidatos. O clube, que tem nomes como Falcão, Manga, Figueroa, Valdomiro, Clemer, Fernandão, entre outros, vê na atual geração a possibilidade de renovar esta lista. O bicampeonato da Libertadores da América, conquistado com a vitória por 3 a 2 sobre o Chivas , nesta quarta, num Beira-Rio vermelho e eufórico, deixa alguns jogadores mais perto de alcançar a eternidade nos corações colorados: Bolívar, Tinga, Índio, Guiñazu e D’Alessandro. É o reconhecimento pelo bom trabalho que têm feito no Beira-Rio.

Bolívar, Tinga e Índio são bicampeões da América. Estavam no Inter na conquista continental e do Mundial de Clubes de 2006. Ergueram tijolo por tijolo, ajudaram o Colorado a virar potência, contribuíram para que o clube assumisse a condição de papa-títulos. Os dois primeiros saíram e voltaram, foram jogar na França e na Alemanha, respectivamente. Tinga voltou há pouco tempo, mas foi com se nunca tivesse saído. Índio não. O zagueirão que tem mania de fazer gols em Gre-Nais ficou todo o tempo. Queria tudo de novo, o décimo título pelo clube. Um passo foi dado. Em dezembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, a meta é pintar o planeta novamente de vermelho.

Capitão do bi e general da zaga colorada, Bolívar acredita que a nova conquista vai ajudar a cravar de vez o nome desses jogadores na história do clube. - Acredito que sim. Tive o prazer de conquistar a Libertadores e ficar marcado por esta conquista. É um momento muito especial. O Inter tem grandes jogadores marcados pela história do futebol, do tricampeonato brasileiro na década de 70, jogadores como Falcão, Batista, Claudiomiro, Valdomiro, que fizeram história dentro desse clube. E quero poder olhar para cá futuramente e saber que meu nome está gravado na hitória do clube com mais uma Libertadores – comentou.

Os gringos colorados também são candidatos fortes. Raça, dedicação, dribles e gols. Se fizessem campanha, D’Alessandro e Guiñazu certamente usariam estas qualidades para montar suas plataformas. Os argentinos desembarcaram em Porto Alegre e logo encantaram. Guiñazu chegou primeiro, em 2007. Louco que sé ele, corre todo o campo, tem um motor nas pernas. D’Ale apareceu em 2008. Um meia enjoado de tão talentoso, cerebral, habilidoso. Num curto espaço de tempo, viraram xodós. É assim que pretendem marcar época no Beira-Rio. - Na época em que chegaram foram contratações de peso, de muita fama. Chegaram aqui e colocaram tudo dentro de campo. Foram muito bem recebidos pelo grupo, têm a admiração de todos, sem falar nos torcedores. São jogadores de qualidade, que vestem a camisa de um grande clube – disse Bolívar.

A equipe ainda tem como bicampeões Renan, Fabiano Eller e Rafael Sobis. O goleiro foi reserva de Clemer em 2006. Depois de uma passagem pelo futebol da Espanha, voltou para a semifinal da Libertadores. Foi assim também com Sobis. Protagonista da competição há quatro anos, foi coadjuvante de luxo nesta edição. Não recuperou o melhor ritmo de jogo nas finais. Eller, titular com Abel Braga no primeiro título, é reserva com Roth.  

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