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Judô brasileiro faz história em Pequim

Judô brasileiro faz história em Pequim

Atualizado: Quarta-feira, 13 Agosto de 2008 as 12

Judô brasileiro faz história em Pequim

Por Myrian Rosário

A medalha de bronze conquistada hoje por Tiago Camilo, na categoria meio-médio, foi a 15ª do judô brasileiro em Olimpíadas. Com isso, o judô equipara-se à vela em número de pódios olímpicos. Mas as marcas históricas não param por ai.

O judô tem trazido medalhas para o Brasil nos últimos sete Jogos Olímpicos consecutivos. Em Los Angeles 84, nossos atletas conseguiram duas de de bronze, com o peso médio Walter Carmona e o leve Luis Onmura; e uma de prata, com o peso pesado Douglas Vieira. Os ouros vieram em Seul 88, com o meio-pesado Aurélio Miguel, e em Barcelona 92, com o meio-leve Rogério Sampaio. Em Atlanta foram dois bronzes - Henrique Guimarães, meio-leve, e Aurélio Miguel, meio-pesado. As pratas do médio Carlos Honorato e do leve Tiago Camilo fora o saldo de Sydney 2000. Em Atenas, foram mais dois bronzes, com Flávio Canto (meio-médio) e Leandro Guilheiro (leve). O bronze de Ketleyn Quadros entra para a história como a primeira medalha do judô feminino brasileiro e a primeira conquista em modalidades individuais do nosso esporte em Jogos Olímpicos. Ao conquistar o bronze, Leandro Gulheiro realizou um feito inédito: o judô brasileiro nunca havia subido ao pódio duas vezes num mesmo dia em Jogos Olímpicos. Além disso, ele foi o primeiro judoca brasileiro a alcançar medalhas em duas Olimpíadas consecutivas. Vale lembrar que a conquista de Guilheiro é a terceira consecutiva do peso leve, que já havia figurado no pódio olímpico com Tiago Camilo, em Sydney 2000, e com ele mesmo, em Atenas 2004. A Confederação Brasileira de Judô estabeleceu três metas para Pequim: conquistar mais que três medalhas, alcançar o primeiro pódio feminino e trazer o ouro olímpico mais uma vez. As duas primeiras metas já foram superadas. Agora, é torcer para que o ouro venha nas próximas disputas. Foto: Alaor Filho / Divulgação COB

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