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Marta busca título e prêmio para fechar o ano com chave de ouro

Marta busca título e prêmio para fechar o ano com chave de ouro

Atualizado: Quarta-feira, 8 Dezembro de 2010 as 8:17

A atacante Marta pode fechar mais uma temporada no topo do futebol feminino. Em janeiro, é a favorita para ganhar o prêmio da Fifa de melhor do mundo pela quinta vez seguida. Antes disso, tentará levar a Seleção Brasileira ao bicampeonato do Torneio Internacional Cidade de São Paulo, que será disputado entre os dias 9 e 19 de dezembro, no estádio do Pacaembu.

- Vou tentar ser bicampeã desse torneio, e depois fechar o ano com chave de ouro. Se tiver que começar a próxima temporada com essa premiação, que assim seja. Se me derem o troféu, vou arrumar um lugarzinho para ele - disse a jogadora de 24 anos, nesta terça-feira, durante o evento de apresentação do torneio.

Apesar de o Brasil ser a principal força do campeonato, que também contará com Canadá, Holanda e México, o técnico Kleiton Lima alerta que a equipe não terá facilidades. Ano passado, as brasileiras conquistaram o título ao baterem as mexicanas na final, por 5 a 2.

- O Brasil vem forte, mesclando experiência com juventude. Mas não espere o Brasil ganhando de goleada. O México é um time que está crescendo muito, ganhou dos Estados Unidos na final da Concacaf. O Canadá tem uma safra excepcional, e a Holanda tem uma escola parecida com a escandinava - analisou o treinador brasileiro.

Marta ficará por três meses emprestada ao Santos e vai disputar um Mundialito em janeiro de 2011. Depois disso, volta a atuar na Women's Professional Soccer (Liga de Futebol Feminino dos Estados Unidos), onde tem contrato até setembro do próximo ano. Lá, ela defendeu o Los Angeles Sol e, em 2010, o FC Gold Pride. Apesar desse curto período que vai atuar no clube da Vila Belmiro, a atacante disse que pretende continuar por mais tempo fora do Brasil.

- Até pretendo voltar a jogar no Brasil um dia, mas não agora. Não descarto voltar, mas devo jogar em alguma equipe da liga norte-americana.  Ainda não temos a mesma estrutura que encontramos lá fora, falta investimento. Lá posso manter o nível e jogar por um período mais longo - afirmou Marta.

Por: Tiago Leme

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