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Mesmo em boa fase, Galo segue com problema crônico na defesa

Mesmo em boa fase, Galo segue com problema crônico na defesa

Atualizado: Quinta-feira, 3 Março de 2011 as 2:07

O Atlético-MG, atualmente em duas competições, o Campeonato Mineiro e a Copa do Brasil, fez, até o momento, o dever de casa. Afinal de contas, o alvinegro conseguiu a classificação para a segunda fase da competição nacional, após aplicar impiedosos 8 a 1 sobre o Iape-MA. Além disso, no torneio estadual, é vice-líder, com apenas uma derrota em cinco jogos.

O Galo pode ainda ostentar o fato de ter o melhor ataque do Mineiro, com 15 gols, e também o mais eficiente da Copa do Brasil, com 11 gols em dois jogos. Porém, mesmo balançando as redes com vontade, os adversários do alvinegro também não têm encontrado dificuldades em fazer gols. Se por um lado, o setor ofensivo funciona bem, a defesa do Atlético-MG é, proporcionalmente, a mais vazada entre os 20 clubes da série A do Brasileirão em 2011.

Se forem levadas em consideração as competições disputadas pelos 20 principais clubes do país (estaduais, Copa do Brasil e Taça Libertadores), o Galo tem média de 1,71 gol sofrido por partida. Em sete jogos disputados nesta temporada, cinco pelo torneio estadual e dois pela Copa do Brasil, a zaga alvinegra já sofreu 12 gols. Todos os adversários do Galo neste ano conseguiram marcar.     Reforços para a zaga

Mesmo com esses números, a zaga atleticana ganhou nomes de peso em 2010 e 2011. No ano passado, Réver, que estava no futebol alemão, chegou ao Galo, com o Brasileirão já em curso. Neste ano, o zagueiro Leonardo Silva, ex-Cruzeiro, também passou a vestir a camisa alvinegra.

Além dos dois xerifes, o Atlético-MG ainda conta no elenco com os zagueiros Werley, Lima e Luiz Eduardo, além do jovem Sidimar, que está lesionado.

O ano que o torcedor prefere esquecer

O problema na defesa do Atlético-MG não é recente. Em 2010, o time lutou muito para conseguir permanecer na série A do Brasileiro. O Galo só conseguiu sair da zona de rebaixamento na 34ª rodada, com apenas cinco jogos para o fim da competição.

Mesmo em 13º lugar no Brasileirão, classificado para a Copa Sul-Americana, o Galo teve a segunda pior defesa da competição, com 64 gols sofridos, mesmo número do rebaixado e lanterna Grêmio Prudente.

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