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'Micos' de Brasil e Argentina marcam nível baixo da Copa América 2011

'Micos' de Brasil e Argentina marcam nível baixo da Copa América 2011

Atualizado: Sexta-feira, 22 Julho de 2011 as 3:55

Grandes estrelas do futebol mundial em campo e as principais seleções com a sua força máxima para a Copa América , na Argentina. O palco estava armado para grandes jogos, porém, o futebol bem jogado ficou do lado de fora dos gramados. A baixa produtividade dos favoritos, como Brasil e Argentina, que nem chegaram nas semifinais, entrou em pauta no "Redação SporTV", de sexta-feira, que teve a apresentação de Rogério Corrêa, e contou na bancada com os jornalistas Igor Camargo, da agência "EFE", e Martín Fernandez, da "Folha de São Paulo".

Para Igor Camargo, o desempenho ruim de brasileiros e argentinos foi o ponto negativo da competição.

- A Copa América deste ano vai entrar para a história com uma das edições com o nível mais baixo. E também será marcada pelo desempenho pífio de Brasil e Argentina, que foram eliminados muito cedo. A Argentina, então, nem se fala, a seleção da casa. Eles caíram muito cedo. O Brasil também ficou devendo, mesmo trazendo Neymar e Ganso, que não foram para a Copa do Mundo, mas decepcionaram. Acho que o desempenho fraco de Argentina e Brasil pesou muito para a Copa América de 2011 entrar para a história como uma das mais fracas. As grandes atrações ficaram devendo. Messi decepcionou, Alexis Sanches, que foi contratado pelo Barcelona, também não conseguiu levar o Chile mais longe. Foi o outro fator que ajudou no desempenho ruim do torneio.

Jogadores do Brasil deixam o campo após eliminação na Copa América (Foto: Reuters)  

Recém-chegado do cenário da Copa América, o repórter Martín Fernandez admitiu que esperava um desempenho melhor das grandes seleções.

- É curioso o nível baixo dessa Copa América. Foi a primeira, de muitas edições, que veio todo mundo. Não teve clube se negando a liberar jogador. Não teve atleta se recusando a jogar e pedindo férias. Veio o Messi, o melhor do mundo. Estava o Diego Forlán, o melhor da Copa do Mundo de 2010, e o Neymar, o melhor da Libertadores. Todos estavam aqui - explicou.

Mesmo com o nível fraco dentro do campo, Igor Camargo admitiu que alguns jogos foram emocionantes.

 - Valeu mais pela luta. O nível técnico não foi o ideal. Mas tivemos alguns jogos emocionantes. O jogo entre Paraguai e Venezuela (3 a 3), não teve uma grande técnica, mas teve muita luta. Mas, para mim, a partida entre Argentina e Uruguai foi a melhor na Copa América - revelou.        

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