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Muricy admite testar mais uma vez o emocional: 'Estou suportando bem'

Muricy admite testar mais uma vez o emocional: 'Estou suportando bem'

Atualizado: Domingo, 15 Maio de 2011 as 9:52

Muricy passou por oito jogos decisivos pelo Santos (Foto: Marcos Ribolli / GLOBOESPORTE.COM)

  Há pouco mais de um mês no cargo de comandante do Santos, Muricy Ramalho tem enfrentado uma sequência de decisões. Em dez partidas pelo Peixe, venceu sete e empatou três. Ao todo, ele já superou oito partidas decisivas, entre jogos pela Taça Libertadores e Campeonato Paulista. Neste domingo, às 16h, contra o Corinthians, na Vila Belmiro, ele colocará à prova a sua invencibilidade pelo Alvinegro, na decisão do estadual.

- Desde o primeiro jogo da Libertadores, contra o Cerro Porteño (2 a 1), eu não podia empatar. Depois foi Ponte Preta, Deportivo Táchira e assim vai. Está sendo duro pelo lado emocional, mas estou suportando bem e me preparando para mais uma – disse Muricy, que tem no currículo um Paulistão como treinador, do ano de 2004, com o São Caetano.

Depois de ter empatado em 0 a 0 a primeira partida com o Corinthians, no Pacaembu, o Santos precisa vencer para ficar com a taça do Paulistão. Caso ocorra nova igualdade no placar, a definição será nos pênaltis. Muricy, porém, não pensa em perder a oportunidade de levantar logo sua primeira taça pelo Peixe.

- Não penso no “se perder”, mas só no “se ganhar”. O time está passando por um bom momento e eu não fui contratado somente para esses jogos, mas para um ano de trabalho. A pressão é muito grande, por mais que eu seja experiente, porque é um título e nós queremos ganhar – completou.

Sem poder contar com Paulo Henrique Ganso, lesionado, e Danilo, suspenso, Muricy disse que não há o que inventar na equipe - Alan Patrick segue no time, assim como Adriano, que ajudará na marcação ao lado de Arouca. Ele também afirmou que, como de hábito, não tentará mexer com o emocional da equipe durante a preleção.

- Eu não gosto disso porque não sou especialista. Se uma palestra for boa, quando perde, tem de mostrar. Às vezes não funciona e por isso não concordo. Não sou preparado para isso. O que estou tentando implantar aqui no Santos é a psicologia do esporte, com alguém da área, pois este sim pode falar com os atletas.        

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