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Muricy aposta na força de vontade do Flu para conquistar 'título mais difícil'

Muricy aposta na força de vontade do Flu para conquistar 'título mais difícil'

Atualizado: Sexta-feira, 29 Outubro de 2010 as 1:24

Muricy Ramalho está a seis partidas do título mais difícil de sua carreira. Sim, o treinador revelou após vencer o Grêmio por 2 a 0, quinta-feira, no Engenhão, pela 32ª rodada, que o título do Brasileirão pelo Fluminense seria o mais complicado de sua vasta galeria de troféus. Não pelo material humano, claro, mas pelos problemas encontrados quando chegou às Laranjeiras.

Tricampeão nacional pelo São Paulo, o comandante admitiu que há problemas de estrutura no Tricolor e que não se cansará de celebrar caso termine o Campeonato Brasileiro em primeiro.

- Será o mais difícil. Estou há pouco tempo no clube. No São Paulo, a estrutura é boa. Aqui, tentamos melhorar. Se acontecer, será o mais festejado, pois será o mais difícil da minha carreira.

Para alcançar o objetivo, Muricy aposta na força de vontade e dedicação de seus jogadores. Segundo ele, essas são as maiores características do Flu atual.

- Cada time tem uma característica no futebol. Digo isso aos jogadores. O Santos, para mim, é o melhor. Joga com um toque de bola envolvente. O Cruzeiro é muito técnico também. Já o nosso tem mais pegada. Os jogadores deixam o campo exaustos. O Julio (Cesar) foi substituído com câimbra nas duas pernas. É um time determinado demais na parte física. Se não é tecnicamente brilhante, tem que jogar no limite.

Sobre as reclamações do Grêmio após o revés no Engenhão, o treinador fez um desabafo:

- Quando perco, não discuto arbitragem e nem falo do time adversário. Acho que tem que ter respeito. Árbitros erram para todos os lados. Vivemos uma democracia, entendemos a reclamação, mas não concordamos. É um desabafo. Acho que o árbitro (Héber Roberto Lopes) apitou correto.

Com 57 pontos, o Fluminense é o primeiro colocado do Brasileirão, com três pontos a mais que Corinthians e Cruzeiro. Os mineiros, porém, têm um jogo a menos.

Por: Cahê Mota

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