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Na capital italiana e com ginásio grande, Brasil não teme hostilidade

Na capital italiana e com ginásio grande, Brasil não teme hostilidade

Atualizado: Segunda-feira, 4 Outubro de 2010 as 11:47

A seleção brasileira saiu vaiada na última partida da segunda fase do Campeonato Mundial, na pequena cidade de Ancona. Além da habitual rivalidade, os italianos estavam inconformados com a atuação do Brasil, que julgaram proposital na derrota para a Bulgária por 3 sets a 0. Na capital italiana, Roma (local da terceira fase), a torcida contra promete ser ainda maior. O capitão Giba, no entanto, não teme a hostilidade.

- A gente já espera por essa atitude, inclusive. Aqui na Itália, é todo mundo contra o Brasil. Nunca foi fácil - comentou Giba.

O Palalottomatica, em Roma, é grande. Possui uma arquitetura moderna e tem capacidade para 10.710 pessoas, quase o dobro do Palarossini, em Ancona. O técnico Bernardinho reconhece a diferença, mas não se importa. Assim como o seu capitão, afirma que a reação faz parte do jogo.

- O ginásio é muito maior do que os das sedes anteriores, sem dúvida. Mas sempre foi assim com a gente. A torcida aqui nunca é a favor. Na última partida da segunda fase, Ancona, o Brasil jogou sem o ponteiro Murilo, poupado, e o levantador Bruninho, que amanheceu gripado. Bernardinho precisou improvisar Theo como levantador e mandou à quadra um mistão que tinha ainda Rodrigão, Giba, Sidão, Dante e Leandro Vissotto, além do líbero Mário Jr. A Bulgária, por sua vez, também atuou com os reservas.

Com a derrota, a seleção brasileira ficou em segundo no grupo N e avançou para enfrentar na terceira fase Alemanha e República Tcheca, rivais teoricamente mais fáceis do que Cuba e Espanha, que estarão no caminho búlgaro. Além disso, a equipe verde-amarela não teve de passar por Florença. Seguiu direto para Roma, que também será o palco das semis e da final.

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