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No 22º torneio sul-americano, Ceni minimiza proximidade dos mil jogos

No 22º torneio sul-americano, Ceni minimiza proximidade dos mil jogos

Atualizado: Terça-feira, 9 Agosto de 2011 as 10:43

Torneios sul-americanos e o goleiro Rogério Ceni têm tudo a ver. Com dois títulos da Taça Libertadores da América (1993 e 2005) e uma Copa Conmebol (1994), o camisa 1 do Morumbi é um dos mais animados com a disputa da Copa Sul-Americana, que para o Tricolor terá início nesta quarta-feira, com a partida contra o Ceará, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza, a partir das 19h30m.

Rogério Ceni chega ao seu 22° torneio sul-americano nesta quarta (Foto: Luiz Pires / VIPCOMM)

  Na história do clube, ninguém disputou mais edições de torneios no continente que o camisa 1. A Sul-Americana de 2011 será a 22ª competição. Se forem levadas em consideração as competições em que ele foi inscrito e não jogou, o número sobe para 34. Na sequência, quem mais chega perto é o também goleiro Zetti, com 13 participações. Veja no quadro abaixo os maiores participantes de torneios da América do Sul na história do clube.     Ciente da dificuldade, o goleiro pede uma mudança de comportamento em relação ao que o time vem apresentando no Campeonato Brasileiro.

- Em torneios de pontos corridos, você perde uma partida aqui, outra na sequência, mas tem tempo para recuperar, já que o torneio é longo e permite tropeços. Na Sul-Americana, não é assim. Uma noite infeliz, uma chance de gol perdida, um gol tomado, tudo isso acaba com o sonho de uma classificação - disse Ceni.

- Por isso, desde o jogo contra o Ceará será preciso atuar com inteligência e buscar as classificações. Mais do que nunca, o time precisa jogar sério o tempo todo – emendou o goleiro.

Com 992 partidas disputadas na carreira, o capitão são-paulino se aproxima de mais uma marca incrível na sua carreira: a de mil jogos. Se tudo ocorrer como previsto, o feito será alcançado no dia 4 de setembro, contra o Figueirense, em Santa Catarina. O goleiro, no entanto, deixa a conquista de lado e prioriza novos títulos daqui até o fim do seu contrato, marcado para o dia 31 de dezembro do ano que vem.

- Quando você fala mil jogos, é uma coisa que impressiona, mas se você pensar, não é algo de outro mundo, afinal estou jogando futebol há 21 anos. Os 100 gols que fiz são muito mais expressivos, já que foi uma marca que lutei, treinei, batalhei para conquistar. A marca dos 1000 jogos vai chegar e acredito até que deve chegar no 1050, 1100. O que me importa daqui para frente não é o número de jogos que vou disputar, e sim o número de títulos que vou conquistar. Isso é o que ficará marcado – concluiu.          

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