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Novo André Luis busca recomeço na carreira com a camisa tricolor

Novo André Luis busca recomeço na carreira com a camisa tricolor

Atualizado: Segunda-feira, 12 Julho de 2010 as 9:09

De 2001 até 2010 foram nove anos, clubes diferentes e algumas polêmicas. André Luis chegou a disputar uma semifinal de Campeonato Brasileiro pelo Fluminense naquele ano, mas parou no Atlético-PR, após derrota por 3 a 2, na Arena da Baixada. Mas o que esperar do xerifão nesse retorno, no jogo contra o Grêmio Prudente, quinta-feira, no Maracanã? Como será a nova passagem só o tempo dirá, mas o zagueiro garante que é uma pessoa muito diferente.- Passei aqui e já faz muito tempo. É outro André agora. Tem que mostrar a cada dia meu valor. A ansiedade sempre tem nas estreias, mas no decorrer dos jogos vamos tirando isso aí de letra – disse o zagueiro, que deve entrar na vaga do suspenso Leandro Euzébio.Entre uma brincadeira e outra, André Luis não cansa de dizer que vai buscar seu espaço no time titular. A chance de voltar a figurar entre os 11, aliás, foi o que o motivou a trocar o São Paulo pelo Fluminense.- Todo mundo sabe das qualidades do São Paulo, mas eu não estava me sentindo bem. Quando você não se sente bem em um lugar, é partir para outro caminho. Aqui no Fluminense eu já conheço vários jogadores e achei que seria um recomeço para mim, até para eu jogar e jogar bem.   O jeito extrovertido no dia a dia, a calma e as constantes brincadeiras escondem um André Luis que ficou marcado por atos explosivos, como quando se envolveu em confusão em uma partida entre Náutico e Botafogo, no Brasileirão de 2008.O zagueiro acredita viver um momento mais tranquilo, mas não consegue esconder a naturalidade ao agir, como quando chegou a “dar” amarelo para Carlos Chandía ao tomar o cartão das mãos do árbitro, pela Copa Sul Americana, em 2008, quando defendia o Botafogo.Questionado sobre o novo corte de cabelo, simplesmente disse que deixou nas mãos do cabeleireiro um desenho improvisado, sem medo do que pensariam, com a mesma naturalidade, mas menos nervoso que no episódio do cartão.- Estou sempre trocando, variando, não tem tempo ruim. Deixei na consciência dele (cabeleireiro). O que você acha que dá para mandar de risco? Aí veio da cabeça dele, acabou fazendo e eu gostei.Sem medo, o zagueiro diz que agirá da mesma maneira, mesmo se o “profissional” a cuidar do seu cabelo for o companheiro de posição Digão, que costuma se arriscar com a tesoura.- Não tem problema. Se tiver que cortar, eu corto com ele. Vou confiar. Se todo mundo corta, não tem motivo para não respeitar o cabeleireiro Digão (risos).  

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