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'O Flu pode se considerar o Time de Guerreiros das lutas', diz Falavigna

'O Flu pode se considerar o Time de Guerreiros das lutas', diz Falavigna

Atualizado: Terça-feira, 1 Fevereiro de 2011 as 2:20

Se em 2010, ano do título brasileiro, o Fluminense foi definido como Time de Guerreiros, fora dos gramados deverá ser conhecido assim também. Quem garante é Natália Falavigna, maior nome do taekwondo nacional, que foi apresentada nesta terça-feira nas Laranjeiras. Dona da medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, ela não esconde a motivação por estar defendendo as cores do clube.

- O Fluminense pode se considerar hoje o Time de Guerreiros das lutas. Tem outra contratação de peso que é o Flávio Canto (judoca), e eu chego para somar. Então, o clube está bem representado. Minha primeira competição internacional é agora, no dia 15 de fevereiro, o Aberto dos EUA. Vai ser a primeira pelo Fluminense. E vai ser quando volto a lutar após um ano. Passei por uma cirurgia no joelho e estou empolgada. Essa apresentação oficial me motivou. 

A competição mais importante é o passaporte para as Olimpíadas. Não é uma disputa que ostenta um título como o Pan-Americano, mas o Pré-Olímpico é o que nos faz carimbar esse passaporte. Mas lógico que o Pan é importante. Tive uma boa participação em 2007, mas não saí totalmente satisfeita. - disse.

Em maio do ano passado, a lutadora trocou Londrina pelo Rio. Um projeto da Prefeitura lhe ofereceu a infraestrutura que sonhava, incluindo a montagem de um centro de treinamento no Parque Aquático Maria Lenk. Mas ainda faltava escolher uma equipe para defender.

- Em uma conversa com jornalistas, surgiu a brincadeira e trouxeram para o Fluminense. No começo do ano, me procuraram, a diretoria apoiou a ideia, marcaram uma reunião e fizeram um esforço grande para que eu viesse. Achei legal pertencer a um clube, defendê-lo, e o Flu tem um grande projeto olímpico. Também vou trabalhar por uma série de novos atletas para o clube.

Meu objetivo é buscar títulos, trabalhar da melhor maneira possível e plantar uma semente para o futuro, com escolinhas. Isso fortalece o taekwondo aqui e no Brasil inteiro. A ideia é essa (treinar alguns dias no clube). Vou auxiliar no sistema pedagógico e quero estar presente em alguns momentos.

Antes mesmo de vestir oficialmente a camisa tricolor, Natália já vinha notando uma diferença de comportamento em seu Twitter. O simples anúncio de que ela estava apalavrada com a diretoria  fez aumentar o número de seguidores. Gostou também de ter experimentado uma sensação que desconhecia: sentir da arquibancada a paixão da torcida por seu time.

- Fiquei muito contente. No dia em que foi anunciado o acordo, saltou o número de seguidores no Twitter, recebi mensagem de incentivo. Foi legal. O futebol é o esporte número 1 do nosso país, mas é interessante que o esporte olímpico se junte a isso.

Tenho sentido o carinho da torcida. Não é como o futebol, mas é muito legal. Fui no jogo contra o Macaé, acompanhei o 3 a 1 e fui pé quente (risos). É muito legal. Gostei. Venho de uma cidade onde o futebol não tem um grande time, que é Londrina. Não entendia muito como é curtir o futebol e curti. O Fred é um grande atleta. É um cara que bate diferente na bola, é diferenciado.    

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