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Para Zé Roberto, virada sobre Cuba foi um aprendizado de estratégia

Para Zé Roberto, virada sobre Cuba foi um aprendizado de estratégia

Atualizado: Segunda-feira, 8 Novembro de 2010 as 9:08

Saque forte das adversárias, falhas na recepção e no ataque brasileiro. Assim, a seleção de José Roberto Guimarães perdeu o primeiro set contra Cuba. Porém, o time conseguiu virar e venceu por 3 a 1. A evolução durante a partida foi elogiada pelo treinador, que a considerou um aprendizado de estratégia.

- Elas forçaram muito o saque, então o nosso passe não estava entrando. Chegamos a ter uma boa vantagem, mas depois ficamos apáticos. Quando tentamos recuperar, já era tarde demais. Mas isso foi bom para elas saberem lidar com situações difíceis durante o jogo. Irem buscar o placar, entender por onde atacar melhor, os pontos fracos das adversárias. Foi um jogo de estratégia – disse o técnico.

Fabíola também acredita que a vitória sobre Cuba deve ser levada em conta como uma das partidas em que mais se pôde evoluir em quadra.

- Conseguir uma superação como a de hoje em um Mundial é muito difícil. Então, mostramos como estamos fortes – concluiu a levantadora.

Thaisa concordou com Zé Roberto. Para ela, o Brasil não conseguiu impor seu jogo no início e deixou as cubanas jogarem.

- Eu defino o primeiro set como marcado por muitos erros. A gente mandou bola para fora, pecou na recepção. Uma seleção como a nossa não pode se dar ao luxo de fazer isso. Depois, entramos pelo jogo, achando o caminho para pontuar pelo meio – afirmou a central.

Fabi fala em ‘sofrimento’ na recepção

Com saque forte, as cubanas quebraram o passe brasileiro no primeiro set. Fabi considerou a partida como uma das mais difíceis para o fundamento.

- Elas têm uma força física impressionante. Nossa recepção não estava acostumada a sofrer tanto assim. Eu até disse isso para a Jaqueline, que divide esse fundamento comigo. Tínhamos que corre atrás. Demos vacilos no primeiro set, porque elas arriscaram muito no saque. Mas o importante foi que reagimos bem e vencemos.

Por: Mariana Kneipp

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