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Pela vinda de um novo centroavante, Ronaldo admite jogar mais recuado

Pela vinda de um novo centroavante, Ronaldo admite jogar mais recuado

Atualizado: Sexta-feira, 14 Janeiro de 2011 as 8:55

Depois de ficar apenas no sonho com Adriano e Luis Fabiano, o Corinthians ainda segue à procura de um novo centroavante para o elenco. Mas há espaço para dois jogadores com as mesmas características no ataque alvinegro? Para Ronaldo, sim. Em nome de uma boa temporada, o Fenômeno está disposto a até mudar de posição.

- Um jogador na minha posição não necessariamente vai ficar no banco ou eu vou ficar. Eu me adapto bem a qualquer esquema. Poderíamos jogar com dois atacantes, um centroavante e eu mais recuado. Seria ótimo também. O importante é termos mais opções. O ano é longo e temos muitas competições importantes pela frente – afirmou.

O craque, aliás, está ajudando a diretoria a encontrar alternativas no mercado nacional e internacional. No fim do ano, o jogador chegou a conversar com o amigo Adriano sobre a possibilidade de voltar ao Brasil. Já em janeiro, ele e Roberto Carlos procuraram Luis Fabiano, mas o Sevilla-ESP não aceitou negociar.

- Acho que nós demos um passo grande com a evolução dentro do futebol brasileiro. O Corinthians pode competir com clubes estrangeiros, pode oferecer salários atraentes, e isso eu vejo como um grande passo. O jogador que vier tem que se identificar, e o clube, por sua vez, tem que querer só jogadores que queiram vir jogar aqui. O Corinthians tem que trazer grandes jogadores e tenho certeza que grandes jogadores querem jogar aqui – disse.

O Timão sofreu bastante nos últimos anos sem um substituto à altura de Ronaldo. O primeiro foi Souza, mas as péssimas atuações e a birra que gerou na torcida ajudaram a dificultar ainda mais o processo. Em 2010, Iarley também tentou, marcou alguns gols, porém, nunca esteve em alta com a Fiel e os treinadores.

- Eu espero jogar o máximo possível. Sei da minha importância no grupo e da importância quando estou em campo. Se eu não estiver em campo por algum motivo, o grupo precisa de um mesmo nível – completou.

Por: Carlos Augusto Ferrari

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