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Por concentração, Felipão esquece 'milagre' contra o Vitória em 2010

Por concentração, Felipão esquece 'milagre' contra o Vitória em 2010

Atualizado: Quinta-feira, 25 Agosto de 2011 as 1:57

Em 2010, o Palmeiras viveu situação idêntica à desta quinta-feira, no Pacaembu, quando precisa vencer o Vasco por pelo menos dois gols de diferença para avançar à segunda fase da Copa Sul-Americana. Também estreando na competição, o Verdão encarou o Vitória com todo o estádio a favor, fez 3 a 0 e se classificou para a etapa seguinte – o time só seria eliminado nas semifinais, contra o Goiás. Mas dentro do elenco a ordem é “esquecer” o que ocorreu no ano passado e buscar foco apenas para bater o Vasco.

- Aquele jogo do Vitória já passou, já conseguimos reverter. Agora queremos que nosso time tente imprimir um bom ritmo, aproveite melhor as oportunidades e tente fazer o primeiro gol. O primeiro objetivo é igualar os 2 a 0, depois vamos ver – analisou o técnico Luiz Felipe Scolari.

Mesmo com a ordem de não se apegar ao passado, o Verdão pode tirar lições para buscar uma nova classificação na Sul-Americana. Tanto em 2010 quanto em 2011, o time perdeu o jogo de ida por 2 a 0 na casa do adversário. No ano passado, a equipe de Felipão só abriu o placar aos 47 do primeiro tempo, com Tadeu. E nem por isso se desesperou. Depois, mais um gol de Tadeu e uma cobrança de falta perfeita de Marcos Assunção completaram os 3 a 0.

Felipão não usa o jogo como motivação, mas mesmo assim acredita em um dia consagrador para o Palmeiras. O comandante se apoia nas boas atuações em São Januário para confiar em uma reviravolta. Apesar das derrotas por 2 a 0 (Sul-Americana) e 1 a 0 (Brasileiro), o potencial mostrado pelo Verdão anima a comissão técnica.

- Em primeiro lugar, vamos trabalhar só no jogo do Vasco, que é uma possibilidade de Taça Libertadores. Se não tivermos sucesso, só teremos uma chance (pelo Brasileirão). Ainda temos duas chances, e agora vamos visualizar somente essa da Sul-Americana. Temos chances, sim. Jogamos bem os dois jogos contra o Vasco, melhor ainda o segundo. Criamos cinco, seis chances, mas só não fizemos o gol.            

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