
Em assembleia fechada, realizada na última quarta-feira, os árbitros da Liga Espanhola de Basquete (ACB) decidiram entrar em greve para reivindicar melhores salários e um contrato de trabalho. A paralisação ocorrerá a partir da próxima rodada (34ª) do Nacional do país ibérico.
Na direção oposta, a entidade máxima do basquete espanhol lamentou o método adotado pelos juízes e argumentou que a medida torna-se difícil de ser aplicada pela crise econômica. ''A proposta supõe um extraordinário esforço econômico dos clubes em um contexto de recessão e crise como o atual'', relatou a ACB, que estuda contratar árbitros estrangeiros para não atrapalhar o andamento da competição.
Em entrevista ao jornal Marca, Felipe Llamazares, presidente da Associação de Árbitros de Basquete Espanhol, relatou que os donos do apito também merecem honorários mais polpudos como dos jogadores e técnicos. ''Nossa principal reivindicação é obter um marco jurídico trabalhista visto que não existem contratos. Estamos imersos em uma grande competição com grandes clubes e boas estruturas em que a ACB estabeleceu convênios com coletivos de treinadores, jogadores e médicos'', disparou.
Um árbitro da ACB ganha pouco menos de mil euros por partida, enquanto os do Espanhol de futebol tiram, em média, 150 mil por jogo. Já os treinadores das equipes da ''terras das touradas'' recebem em média 150 mil euros e os médicos das agremiações, 60 mil mensais.
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