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Primos são presos suspeitos de sequestrar comerciante em SP

Primos são presos suspeitos de sequestrar comerciante em SP

Atualizado: Quarta-feira, 23 Fevereiro de 2011 as 2:55

Dois primos foram presos suspeitos de sequestrar e manter em cárcere privado um comerciante, de 37 anos, por três dias, na Zona Sul de São Paulo. A vítima foi libertada pela polícia na quinta-feira (17), no Jardim Catanduva. Não houve pagamento de resgate, segundo a polícia.

Três homem invadiram a residência do comerciante quando ele saía para trabalhar. Na casa, ele e a mulher foram obrigados a fazer um inventário do quanto conseguiriam levantar de dinheiro para que pudessem ser liberados. Em seguida, o trio sequestrou o comerciante.

Os contatos para o pagamento do resgate começaram horas depois. A mulher resolveu procurar a Divisão Divisão Antissequestro (DAC) do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). A equipe passou a orientar os familiares como proceder nas negociações. Os policiais também iniciaram levantamento de testemunhas e outros detalhes que permitissem identificar os autores.

As informações apontaram para um comerciante, de 38 anos, ex-dono de um bar frequentado pela vítima. O suspeito foi detido nas proximidades da empresa do sequestrado, no Jardim Regina, também na Zona Sul. O preso admitiu o crime e revelou a participação do primo dele, um balconista de 30 anos.

O suspeito levou a equipe até o cativeiro, uma casa alugada na Rua Caio Gracco da Silva Prado, no Jardim Catanduva, na Zona Sul. No local, foi detido o primo do comerciante. A vítima estava presa em um quarto nos fundos do imóvel. Um revólver calibre 38 foi apreendido no local.

Segundo o delegado Edson Jorge Aidar, da DAS, informou que a vítima foi escolhida porque era tido no bairro como um homem bem sucedido. “Tem uma casa boa e um carro bom. Frequentou o bar de um dos envolvidos. Isso criou a possibilidade de ganhar dinheiro como sequestro”, explicou Aidar.

O delegado informou que um terceiro envolvido está sendo procurado. Os dois foram autuados por extorsão mediante sequestro.    

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