
Diante do ato agressivo cometido por Gustavo, agora ex-goleiro do Sport, um psiquiatra e uma psicóloga opinaram a respeito do que pode ter motivado o camisa 1 a desferir uma "voadora" em Elivélton, do Vasco, em partida válida pela terceira rodada da Taça BH de Futebol Júnior, nesta segunda-feira, no interior de Minas Gerais. O lance chocante provocou a ida do cruz-maltino ao hospital e a demissão imediata do atleta rubro-negro. Luiz Alberto Py, renomado em sua área, acredita que o ideal era oferecer ajuda a Gustavo.
- Costuma-se dizer que são pessoas de pavio curto, mas hoje em dia têm remédios que fazem dominar os impulsos violentos. Então isso é uma forma de lidar com a situação humanamente. Simplesmente mandar embora é deixar de ajudar alguém que precisa de um tipo de ajuda ou de punição - alertou o psiquiatra. Já a psicóloga Maria Helena Bustamante não vê o jovem goleiro em condições de competir.
- Ele é uma pessoa contra-indicada para trabalhar na área de competição, porque não se controla. Ele tem um traço de caráter de agressividade não contida. Como pode participar de jogos sendo que as pessoas precisam ter auto-controle, calma e não atrapalhar? - questionou.
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