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Renato Gaúcho pede atenção aos zagueiros citando anões de circo

Renato Gaúcho pede atenção aos zagueiros citando anões de circo

Atualizado: Quarta-feira, 2 Março de 2011 as 10:56

No último domingo o atacante Jô, com menos de 1,70m, marcou de cabeça um gol na derrota do Cruzeiro-Poa para o Grêmio pelo Campeonato Gaúcho.

E o outro gol do adversário tricolor também surgiu de um lance aéreo. Motivo de preocupação para o técnico Renato Gaúcho, apesar do 4 a 2 que levou sua equipe à final do primeiro turno.

Após a partida, o treinador gremista conversou com os jogadores. Cobrou-os pela desatenção.

O raciocínio de Renato Gaúcho é lógico: um baixinho marcado realmente não representa perigo na área, mas se ninguém estiver próximo, ele pode marcar de cabeça apesar da altura.

- A bola parada do Grêmio é muito boa, seja lá atrás, seja na frente. Dificilmente o adversário cabeceia na nossa área. O que falta em alguns lances é atenção, é achar que o adversário por ser pequeno não sabe cabecear. Não existe "se". Tem que marcar. Aí que está o erro - explicou.

Aos jogadores, para ilustrar o raciocínio, Renato Gaúcho foi bem claro. E usou anões de circo como exemplos:

- Já falei para eles: anão também faz gol. O Bebeto jogou comigo, não era alto, e fazia gols de cabeça, porque não era marcado. Se pegar um anão no circo e marcar, ele não faz nada. Mas se estiver sozinho, ele vai fazer alguma coisa.    

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