
A fala mansa e os argumentos da presidente Patrícia Amorim - acompanhados por um generoso cifrão - convenceram Ronaldinho Gaúcho e o agente e irmão dele, Assis, a aceitar verbalmente a proposta do Flamengo. O acordo está alinhavado na base de R$ 12 milhões anuais, mas ainda falta a parte teoricamente mais difícil: obter a liberação do Milan.
Apesar de ter mais um ano de contrato, o apoiador gostaria de voltar ao Brasil imediatamente. Especialmente para o Rio de Janeiro, onde curte freneticamente parte de suas férias. Só que o time comandado pelo magnata e primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi não vive bom momento financeiro.
Desta forma há duas opções: ou os italianos liberam Ronaldinho por causa do alto salário dele e abrem brecha para correr atrás de um reforço de peso provavelmente o empréstimo de Ibrahimovic ou exigem um valor razoável para negociá-lo ainda neste ano. Esta última possibilidade afugenta o time carioca.
Foi apurado que os dirigentes do Flamengo foram informados sobre a existência de uma cláusula no contrato do astro que obriga o Milan a liberá-lo sem custos em caso de proposta vantajosa em janeiro. Por isso, em todas as conversas, Patrícia Amorim avisa que Gaúcho, se não vier agora, tem ótimas chances de desembarcar no Flamengo no início de 2011.
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