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Ronaldinho no Rei Pelé. Nem só de Camp Nou e San Siro vive um astro

Ronaldinho no Rei Pelé. Nem só de Camp Nou e San Siro vive um astro

Atualizado: Quarta-feira, 16 Fevereiro de 2011 as 5:27

O torcedor Jonathan arregalou o olho ao ver Ronaldinho pisar no estádio Rei Pelé. Sem piscar, balbuciou que não esperava ver o ídolo tão de perto, pisando no gramado em que CRB e CSA disputam os clássicos encardidos de Maceió. Mas o mundo da bola não reserva apenas os palcos mais famosos aos astros.

O camisa 10 estreou no Flamengo no jeitoso - apesar de antipático aos cariocas – Engenhão. Mais de 40 mil presentes. Continuou a saga no acanhado, mas funcional estádio Cláudio Moacyr, em Macaé. Foi lá, diante da lotação máxima de 10 mil pessoas, que marcou pela primeira vez com a camisa do Flamengo.     Agora é a vez de conhecer o Rei Pelé, ou simplesmente Trapichão. Gramado bonito, campo com 110 metros de comprimento – mesma medida do Maracanã. O vestiário também recebeu elogios da comissão técnica rubro-negra. No anel de arquibancadas pequenas, a promessa é de que 18 mil rubro-negros se espremam no jogo desta quarta-feira contra o Murici. O estádio completou 40 anos em 2010 e passou por uma profunda reforma, que custou R$ 12 milhões, e trouxe mudanças como placar eletrônico, elevadores e câmeras de monitoramento.

Mas ainda soa estranho ver o astro que foi eleito duas vezes melhor do mundo desfilar por campos diferentes Brasil afora. Mas, como já foi dito, nem só de Maracanã, Camp Nou, San Siro, Old Trafford é feita a vida de um craque.     O habitante de Tarragona, na Catalunha, deve ter pensado a mesma coisa que Jonatthan quando Ronaldinho esteve na cidade em 17 de junho de 2007. No pequenino Nou Estadi, com capacidade para 14.500 jogadores, o jogador marcou um dos gols da goleada por 5 a 1 sobre o Gimnástic.

Nos dez anos em que esteve na Europa, o craque também fez uma visita a Trnava, na Eslováquia, em 2003. O jogo foi contra o desconhecido Matador Puchov no estádio Anton Malatinski, com capacidade para 18 mil espectadores. Na Itália, um dos menores palcos em que Ronaldinho se apresentou foi o Artemio Franchi de Siena – há um estádio com o mesmo nome em Florença – com capacidade para 15.763 pessoas. Ele jogou na goleada por 5 a 1 do Milan sobre o Siena, em março de 2009.

Nesta quarta-feira, a primeira vez do astro no estádio cujo nome homenageia o maior jogador de futebol de todos os tempos será contra o Murici, às 22h (de Brasília, 21h no horário local), na estreia da Copa do Brasil.    

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