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Seleção treina em NY de olho no jogo amistoso contra os chineses

Seleção treina em NY de olho no jogo amistoso contra os chineses

Atualizado: Quarta-feira, 11 Agosto de 2010 as 8:33

Após se despedir do Brasil com duas vitórias e o título do torneio amistoso Super 4, a seleção masculina já está na terra do basquete. A pouco mais de 10 quadras do Madison Square Garden, o famoso ginásio dos Knicks, a equipe comandada por Rubén Magnano fez na noite desta terça-feira seu primeiro treino em Nova York. A escala americana a caminho do Mundial é promovida por um dos patrocinadores da seleção, mas o argentino só tem olhos para uma data: quinta-feira, dia do confronto contra os chineses.

- O que mais importa na viagem é o jogo contra a China. Se não fosse por essa partida, não faria muito sentido para o time. E há os compromissos com os patrocinadores, claro, que são importantes. A China vai ao Mundial, e com a saída de Yao Ming passou a jogar de uma maneira diferente, envolvendo todos os jogadores – explicou Magnano após o treino da noite de terça, no ginásio do Baruch Colllege, em Manhattan.

Além de enfrentar a China na quinta, o Brasil vai disputar um jogo-exibição contra Porto Rico na sexta. A princípio, este evento será feito em quadra aberta, mas as chuvas ocasionais em Nova York já preocupam a Confederação Brasileira de Basquete, que ainda cogita a possibilidade de alterar a agenda.

Após os amistosos em Brasília, Magnano adiou o último corte da lista e ainda trabalha com 13 jogadores no grupo. Todos eles foram à quadra na terça-feira, inclusive Tiago Splitter e Nenê, que se recuperam de lesões e não vão jogar em Nova York. Os dois só devem voltar à quadra nas partidas que serão disputadas na França e na Espanha, antes da viagem para a Turquia, sede do Mundial a partir de 28 deste mês.

O jovem Raulzinho, de 18 anos, ainda vive a expectativa de permanecer no grupo final. Ele estava quase dentro, mas as lesões de Splitter e Nenê fizeram Magnano adiar o corte e manter no grupo o pivô Hatila Passos, que pode substituir um dos jogadores de garrafão em caso de necessidade.

- É claro que isso me deixa mais ansioso. Mas meu trabalho tem que ser o mesmo, tanto indo para o Mundial como sendo cortado. Tenho que treinar bem para melhorar meu basquete – afirmou Raulzinho, mais uma vez um dos últimos a sair da quadra, a exemplo do que acontecia nos treinos no Rio de Janeiro.

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