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Teixeira busca acordo com o Santos: 'Não quero Vila Belmiro, nem jogador'

Teixeira busca acordo com o Santos: 'Não quero Vila Belmiro, nem jogador'

Atualizado: Quarta-feira, 3 Novembro de 2010 as 2:47

O ex-presidente do Santos, Marcelo Teixeira, ainda aguarda um contato da atual diretoria para tentar acordo sobre as ações que move contra o clube na Justiça. No total, ele cobra do Peixe R$ 32 milhões. Como garantia, foram oferecidos o Centro de Treinamentos Meninos da Vila, que fica na entrada de Santos e serve às categorias de base e ao futebol feminino, e a própria Vila Belmiro, que podem ser penhorados para saldar o débito. Chegou-se até a comentar que Teixeira poderia escolher jogadores do atual elencoo para pegar parte de seus direitos econômicos. O ex-dirigente, porém, garante que não está interessado em nada disso.

São três ações.Teixeira tenta reaver R$ 15 milhões que teve de pagar ao Banco Safra por ter sido avalista de um empréstimo feito pelo clube quando ele era o mandatário. Alega que a nova direção optou por não saldar o débito e o banco executou a dívida. Quer receber também R$ 15 milhões que o colégio de sua família emprestou ao Peixe. Além disso, busca, via Justiça, a aprovação das contas do seu último mandado (2008/2009), reprovadas pelo Conselho Deliberativo do clube.

- Não fui eu que deixei a situação chegar a este ponto (Justiça), mas sim os atuais dirigentes que não me procuram e não me atendem para discutir essas pendências. Não quero jogador, nem a Vila Belmiro. Não desejo inviabilizar o clube. Quero sim acertar tudo da melhor maneira para que o clube atinja seus objetivos - disse.

Teixeira afirma que está disposto a receber os débitos parceladamente e aguarda um contato do Departamento Jurídico do clube.

- Minha intenção é chegar a um entendimento. Eles não me atendem e não dão satisfação por isso tivermos que buscar a Justiça estou infeliz com esta situação.

A diretoria do Santos tem optado por não responder via imprensa a Marcelo Teixeira. A ordem é aguardar as decisões judiciais.

Por: Adilson Barros

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