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Tevez revela depressão e ter relação de 'amor e ódio' com Mancini

Tevez revela depressão e ter relação de 'amor e ódio' com Mancini

Atualizado: Sexta-feira, 2 Setembro de 2011 as 3:39

Carlitos Tevez: 'Me dó muito não render da forma

que quero' (Foto: Agência Getty Images)

  Fora da nova seleção argentina comandada por Alejandro Sabella, que nesta sexta-feira derrotou a Venezuela por 1 a 0 em amistoso na Índia , Carlitos Tevez soltou o verbo. Em entrevista carregada de sinceridade à emissora portenha “Fox Sports”, o ex-corintiano revelou que entrou em depressão após a eliminação dos hermanos na última Copa América.

- Todos queremos ganhar coisas com a seleção. Depois da eliminação, entrei em depressão, cheguei a ganhar cinco ou seis quilos. Tive uma crise pessoal. Comia, comia e comia por não poder dar alegria à torcida. Me dói muito não render da forma que quero – afirmou Tevez que, de fato, apesar do imenso apoio popular na Argentina, não teve um bom desempenho no torneio continental.

Sobre sua ausência na lista de Sabella, Tevez mostrou resignação e não entrou em rota de colisão com Sabella. Pelo contrário.

- Se não jogo, está “Pipa” (Higuaín), ou “Kun” (Agüero), ou Messi. Não tem que se colocar pressão no técnico só porque não vai um ou outro. Se Higuaín está bem, ele tem de jogar – disse Carlitos.

Ele, entretanto, avisou que não pretende voltar à seleção para atuar fora de posição, como aconteceu na Copa América.

- Vou dizer a Sabella que antes de não jogar como 9 (centroavante de área), prefiro ficar no banco ou nem ser chamado.

Elogios a Lionel Messi

Tevez também falou sobre as críticas à seleção argentina e ao fato de muito se reclamar que Messi não repete na Albiceleste o mesmo que faz no Barcelona.

- Se a seleção joga mal, é culpa do Messi. Se continua jogando mal, é culpa dos que rodeiam Messi. Ele é o melhor do mundo – salientou.

Apesar de ter declarado que gostaria de deixar o Manchester City, Tevez acabou não sendo negociado na última janela de transferências do mercado europeu. E, sem papas na língua, o atacante falou do seu ambiente no clube e, especialmente, de sua relação com o técnico dos Citizens, Roberto Mancini.

- Tivemos discussões em todos os idiomas, mas é uma relação de amor e ódio. É um fenômeno, ele quer ganhar (sempre) e eu também.              

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