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Thiago Galhardo celebra gol com a família e sonha 'construir história'

Thiago Galhardo celebra gol com a família e sonha 'construir história'

Atualizado: Domingo, 15 Maio de 2011 as 9:49

Thiago Galhardo demorou poucos minutos para sentir o que é a fama. O que se seguiu ao gol marcado no empate em 1 a 1 com o América-MG, no último sábado, foi o assédio de centenas de torcedores que o cercaram enquanto tentava deixar o Estádio Municipal de Juiz de Fora. Muitos dos fãs eram seus familiares, que viajaram quase 200 quilômetros desde São João Del Rey (MG) para acompanhar a estreia do meia como titular do Botafogo, seu primeiro clube de expressão.

Thiago Galhardo recebe carinho da família em Juiz de Fora após marcar primeiro gol pelo Botafogo (Foto: Gustavo Rotstein / Globoesporte.com)

  Ao mesmo tempo em que se preocupava em posar para fotos e dar autógrafos, Thiago Galhardo procurava os familiares para abraçá-los e comemorar o feito. Além de tios e primos, estavam lá o pai Moacir, a mãe Valéria e até a bisavó Maria. Todos eufóricos com o dia vivido pelo meia de 21 anos.

- Foi o mesmo que ganhar na mega sena. Não sei se eu aguento tanta emoção - celebrou o pai.

- Sinto um orgulho muito grande. Ele brilhou e fez um gol para nós - completou a bisavó.

Liberado pelo Botafogo para permanecer em Minas Gerais e passar o domingo de folga com a família, Thiago Galhardo entrou em campo decidido a mostrar ao técnico Caio Júnior que pode ser a alternativa enquanto os esperados reforços para o meio-campo não chegam. Aos 21 anos, o meia recém-contratado do Bangu deixou claro que sua intenção é prolongar os minutos de fama vividos em Juiz de Fora.

- Ainda fico assustado com o assédio, porque é muita gente em cima, mas gosto desse reconhecimento e estou curtindo a experiência. Um clube como o Botafogo sempre precisa de ídolos, e estou aqui para construir a minha história. Quero continuar trabalhando muito para encher os olhos do Caio Júnior e aproveitar as oportunidades - frisou.

Para Galhardo, a partida contra o América-MG esteve longe de ser um amistoso. Estava em jogo a responsabilidade de mostrar serviço vestindo a camisa do Botafogo e a vontade de fazer a festa de seus familiares no estádio.

- A ansiedade foi muito grande antes do jogo, mas depois que a bola rolou, foi tudo bem. Não poderia ter sido melhor ser titular do Botafogo e fazer um gol diante da minha família. Quero curtir o momento, mas seguir treinando muito para aproveitar as chances no futuro - disse.          

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