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Tri da MegaRampa, Bob Burnquist quer recorde de queda livre

Tri da MegaRampa, Bob Burnquist quer recorde de queda livre

Atualizado: Segunda-feira, 4 Julho de 2011 as 9:14

Bob Burnquist, com o troféu da MegaRampa

(Foto: Luiz Doro / Divulgação)

    A vitória no último domingo diante de 8.500 pessoas no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, mostrou que o brasileiro Bob Burnquist está em melhor forma do que nunca. Aos 34 anos, o carioca segue como o maior nome da megarrampa e tem como objetivo conquistar o título mundial da modalidade. Ele conquistou as duas etapas que tiveram até agora e faltam mais duas para o fim da temporada. Mas as obsessões de Bob não param por aí.

No dia 6 de abril de 2009, o americano Danny Way entrou para o livro dos recordes ao conseguir aterrizar em uma rampa, depois de uma queda de oito metros do topo da guitarra Fender do hotel Hard Rock Cafe de Las Vegas, nos Estados Unidos. Desde então, o criador da megarrampa detém a marca de mais alto "Bomb Drop": saltar para fora de uma estrutura em um skate e, em queda livre, aterrizar em uma rampa.

- Eu quero esse recorde. Tenho alguns projetos e quero superar essa marca do Danny - disse Bob, depois da vitória em São Paulo.

As carreiras de Bob e Danny Way caminharam juntas nas competições de megarrampa até o americano se afastar por um série de contusões. Durante a MegaRampa de São Paulo, Danny estava como juíz e confessou não ter pretensão alguma em voltar a competir, depois de fazer três cirurgias para reconstruir o tornozelo, em menos de seis meses.

- Minha carreira como competidor acabou. Tenho 37 anos. Agora não estou podendo andar de skate, mas, quando me recuperar, quero continuar inovando no com a elaboração de rampas como essa de São Paulo e fazendo outros projetos como o da Muralha da China - revelou Danny, que em 2005 se tornou o primeiro homem a saltar o monumento chinês de skate e, em 1997, o primeiro a fazer um Bomb Drop de um helicóptero.     Danny Way faz a manobra que o colocou no livro dos recordes ao saltar de oito metros (Foto: Divulgação)

    Bob também quer inovar, sem largar o cenário competitivo. Apesar de conviver com inúmeras lesões ao longo dos 20 anos de carreira, o brasileiro garante que a aposentadoria das competições nem passa pela cabeça.

- Eu lido com contusões desde moleque. O que eu preciso é me manter forte para continuar chegando no topo. É difícil. O corpo é quem manda. Mas tirei uma chapa da coluna recentemente e o médico ficou impressionado como estou bem fisicamente.            

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