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Verdão aposta no 'incomum' para avançar na Copa Sul-Americana

Verdão aposta no 'incomum' para avançar na Copa Sul-Americana

Atualizado: Segunda-feira, 16 Agosto de 2010 as 3:48

O Palmeiras precisa fazer o que só conseguiu duas vezes neste ano para eliminar o Vitória e seguir vivo na Copa Sul-Americana. Nesta quinta-feira, às 21h50m, no Pacaembu, o Verdão tem de abrir três gols de diferença sobre os baianos para se classificar no tempo normal. 2 a 0 leva o jogo para os pênaltis, já que repete o resultado do jogo de ida, em Salvador.

O problema é que a equipe só conseguiu fazer essa diferença em dois jogos na temporada: na estreia contra o Mogi Mirim, pelo Campeonato Paulista (5 a 1), e na Copa do Brasil diante do Flamengo-PI (4 a 0). Os dois jogos foram no Palestra Itália, hoje fechado para a construção da nova arena. Mesmo assim, o elenco mostra confiança e tranquilidade para buscar o resultado.

- Temos uma situação não confortável, então é preciso entrar desde o primeiro minuto ligado para fazer logo o primeiro gol. O segundo sai naturalmente... Se tomarmos um gol, será muito mais difícil, então temos de ter bastante atenção, apertar na marcação e fazer com que eles joguem no campo deles - receitou o volante Marcos Assunção. Para atingir o objetivo, o camisa 28 pede o apoio da torcida, que ainda se mostra desconfiada com o desempenho do time de Luiz Felipe Scolari. Contra o Atlético-PR, sábado, na primeira vitória sob o comando de Felipão, 9.400 torcedores foram ao Pacaembu. Agora, o clube espera casa cheia no jogo decisivo.

- Vamos precisar bastante da nossa torcida, pois estamos saindo de um 2 a 0. Começamos o jogo com essa desvantagem. Eles têm de fazer a pressão dentro e fora de campo, assim como o Vitória fez na Bahia - disse Assunção.

O volante Márcio Araújo, um dos mais regulares do elenco, sabe que a torcida precisa ver um time aguerrido dentro de campo para se animar e empurrar o Palmeiras rumo à classificação.

- Somos nós quem ditamos o ritmo e chamamos o torcedor. Não podemos esperar que eles venham nos empurrar sem que tenhamos uma atitude. Quando eles percebem que o time tem uma atitude diferente, acabam apoiando - analisou Araújo.

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