Depois de recorrer a um empréstimo bancário, o Fluminense pagou os salários referentes a novembro dos funcionários e de parte do elenco. O atraso ocorreu porque a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional decidiu bloquear parte do prêmio de R$ 9milhões pela conquista do título brasileiro. O Tricolor deve R$ 35 milhões referentes a impostos não pagos entre 2007 e 2010 e sofre com a execução de penhoras.
Apesar de solucionar um problema, o presidente Peter Siemsen admitiu que o empréstimo comprometeu as finanças do clube.
“O problema são as penhoras, que acabam comprometendo a receita ordinária, do dia a dia, como a receita de TV, a mensalidade dos sócios, e atrapalham o pagamento mensal. Uma venda de jogador é receita extraordinária, não está prevista. Isso afeta a nossa capacidade de cumprir o fluxo das demandas mensais. Espero que até fevereiro tudo já esteja reorganizado”, projetou o presidente tricolor.
Mecanismo
Essa não é a primeira vez que o Fluminense usa um empréstimo bancário para quitar dívidas. Em agosto, a diretoria também recorreu a esse mecanismo para pagar os salários referentes ao mês de maio.
Com uma folha de cerca de R$ 2,2 milhões - a patrocinadora arca com os maiores salários -, o clube teve um déficit de R$ 5 milhões na atual temporada. Para tentar diminuir a margem de prejuízo em 2013, a diretoria estuda a venda de jogadores, principalmente os revelados na categorias de base.
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