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Manter time forte para o Mundial é o maior desafio corintiano depois de título

Manter time forte para o Mundial é o maior desafio corintiano depois de título

Atualizado: Quinta-feira, 5 Julho de 2012 as 7:31

Bruno Winckler

O Corinthians conseguiu seu primeiro objetivo para esta temporada. É campeão da Libertadores. Mas agora, com a janela de transferências para clubes europeus aberta e o assédio cada vez maior aos principais nomes da campanha, a tarefa da diretoria será ainda maior: manter um time competitivo para o Mundial no Japão, em dezembro.

Um dos pilares da campanha já está de saída. Leandro Castán tem proposta da Roma e definirá seu destino nos próximos dias. Paulinho, outro nome fundamental na conquista, rejeitou ofertas ao longo dos últimos meses, mas tem muito mercado na Europa.

“No Corinthians é obrigação mantermos um time forte”, disse o presidente Mário Gobbi antes da decisão contra o Boca Juniors. O presidente não confirmou a saída de Castán, mas disse que esta é a única negociação em andamento no momento.

Para segurar Paulinho e outros jogadores importantes, o Corinthians tentará aumentar o salário ou comprar maior parte dos direitos econômicos desses atletas. Paulinho, por exemplo, é fatiado entre empresários e não sobrando nada para o clube. São 45% do BMG, 45% do Pão de Açúcar e 10% do Bragantino. O Corinthians teria direito a 20% do lucro que os parceiros viriam a ter com uma eventual negociação.

Para o lugar de Castán, o Corinthians tem Paulo André e Wallace, que foram titulares no clássico contra o Palmeiras há duas semanas. O clube ainda aposta em Marquinhos, garoto da base que vem tendo oportunidades neste ano.

As prioridades corintianas entre as contratações para este semestre estão um centroavante (Liedson tem contrato até o próximo dia 31 e não deve ter seu vínculo renovado) e um volante para brigar por posição com Ralf. A dupla titular é intocável, mas não tem reservas prontos para substituí-los em caso de lesão ou negociação.

 


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