600 mil sofrem com a seca no Piauí

600 mil sofrem com a seca no Piauí

Atualizado: Quarta-feira, 7 Outubro de 2009 as 12

Cerca de 600 mil pessoas sofrem com a seca no Piauí. A distribuição de água ainda não começou.

No município de Simões, cisternas públicas praticamente secaram. Comunidades inteiras estão sem água. "Se os governantes não ajudarem, aqui vai morrer gente de sede. Não tem água", disse o agricultor Raimundo Souza.

O Exército já está cadastrando as famílias atingidas pela seca, mas a distribuição de água ainda não começou. Com isso, o sertanejo é obrigado a comprar. O preço do caminhão, com 7 mil litros, subiu de R$ 60 para R$ 90. "Tem que comprar, tem que tirar da boca para comprar água", reclamou a agricultora Maria das Graças Carvalho.

Em Marcolândia, a venda de água é feita de casa em casa. A carroça com 400 litros custa R$ 10. "Tem carroceiro que tem duas ou três carroças e não tem condições de entregar água para todo mundo", contou o carroceiro Gildevan de Jesus.

Mas nem todos têm condição de comprar água. Com isso, muitas famílias acabam recorrendo a açudes onde o líquido é de péssima qualidade.

O agricultor José Pedro caminha dois quilômetros de casa até o açude. A água é barrenta, mas é a única disponível na região. "É um sofrimento pesado mesmo o problema da água. Tem muitos anos que eu moro aqui, mas não me lembro se já vi um ano como este. É uma situação lamentável", disse.

O secretário da Defesa Civil do Piauí, Fernando Monteiro, informou que o dinheiro para a contratação dos carros-pipas está à disposição do Exército.

Cerca de 600 mil pessoas sofrem com a seca no Piauí. A distribuição de água ainda não começou.

No município de Simões, cisternas públicas praticamente secaram. Comunidades inteiras estão sem água. "Se os governantes não ajudarem, aqui vai morrer gente de sede. Não tem água", disse o agricultor Raimundo Souza.

O Exército já está cadastrando as famílias atingidas pela seca, mas a distribuição de água ainda não começou. Com isso, o sertanejo é obrigado a comprar. O preço do caminhão, com 7 mil litros, subiu de R$ 60 para R$ 90. "Tem que comprar, tem que tirar da boca para comprar água", reclamou a agricultora Maria das Graças Carvalho.

Em Marcolândia, a venda de água é feita de casa em casa. A carroça com 400 litros custa R$ 10. "Tem carroceiro que tem duas ou três carroças e não tem condições de entregar água para todo mundo", contou o carroceiro Gildevan de Jesus.

Mas nem todos têm condição de comprar água. Com isso, muitas famílias acabam recorrendo a açudes onde o líquido é de péssima qualidade.

O agricultor José Pedro caminha dois quilômetros de casa até o açude. A água é barrenta, mas é a única disponível na região. "É um sofrimento pesado mesmo o problema da água. Tem muitos anos que eu moro aqui, mas não me lembro se já vi um ano como este. É uma situação lamentável", disse.

O secretário da Defesa Civil do Piauí, Fernando Monteiro, informou que o dinheiro para a contratação dos carros-pipas está à disposição do Exército.

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