
Do Bom Dia Rio
imprimir Fiscais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) fizeram uma operação, nesta quinta-feira (21), em vários bairros do Rio, para checar denúncias de depósitos de gás clandestinos, com irregularidades e falta de manutenção.
Num dos locais, os agentes encontraram um depósito de gás legalizado e até com autorização da ANP para funcionar, mas a empresa só poderia ter no máximo 120 botijões estocados. O local, no entanto, tinha 400 botijões, além de extintores de incêndio vencidos e botijões com vazamento.
Em caso de vazamento pode haver uma fagulha e uma faísca e causar um incêndio de grandes proporções. O outro é no caso de uma explosão. O recipiente tem que estar adequadamente armazenado para que não passe dos limites das propriedades e não cause danos a vizinhança, explicou Gil Ribeiros Filhos, um dos fiscais da ANP.
Já no Largo do Jacaré, no subúrbio da cidade, um depósito que só poderia vender água também comercializava gás, alguns botijões estavam até sem lacre e enferrujados. No Méier, na Zona Norte, uma loja que só poderia vender carvão mantinha 12 botijões.
Consumidor prejudicado
O maior prejudicado pelo comércio clandestino de gás é o consumidor. Primeiro, porque ele nunca vai ter a certeza se está recebendo em casa um botijão com a quantidade de gás determinada por lei, ou seja, 13 kg, e depois em caso de problemas fica muito mais difícil ter seu direitos garantidos.
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