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Acusados de matar delegado em rebelião pegam 16 anos de prisão

Acusados de matar delegado em rebelião pegam 16 anos de prisão

Atualizado: Segunda-feira, 7 Fevereiro de 2011 as 8:50

Sete dos nove acusados pela morte do delegado Adelson Taroco durante rebelião no presídio de Jaboticabal foram condenados neste domingo (6), depois de quatro dias de julgamento. 

Júlio César Venâncio, Otávio Mariano Soares e Joaquim Castelhano da Silva Filho pegaram 16 anos de pena, 12 anos pelo homicídio e quatro pelo incêndio. Messias Silvano Lopes, Élcio Ferreira de Souza, Gaspar de Lima e Renato Aparecido de Oliveira Santos pegaram 22 anos, dois meses e 20 dias. 

Manoel Alves da Silva e Osmar Aparecido de Almeida foram absolvidos da acusação de homicídio por falta de provas, mas foram condenados a quatro anos pelo crime de incêncio a bem público, colocando vidas em risco. 

 Como eles já haviam cumprido parte da pena durante os anos em que correu o processo, foi assinado o alvará de soltura que colocou os dois em liberdade. 

Cerca de 70 pessoas entre familiares dos réus, populares e imprensa acompanharam o julgamento. Mais de 50 policiais civis e militares fizeram a segurança do local. 

  Amarrado a um colchão  

O delegado Adelson Taroco foi morto durante uma rebelião na cadeia de Jaboticabal, em 2006. Ele negociava a liberação das vítimas quando foi rendido pelos presos. Taroco foi amarrado em um colchão.

Em seguida, os detentos jogaram combustível e atearam fogo. O delegado ficou internado por um mês com oitenta por cento do corpo queimado, mas não resistiu.    

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