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Acusados por morte de jornalista que denunciou exploração sexual, em Porto Ferreira, serão julgados em São Paulo

Acusados por morte de jornalista que denunciou exploração sexual, em Porto Ferreira, serão julgados em São Paulo

Atualizado: Quarta-feira, 15 Abril de 2009 as 12

A juíza Milena de Barros Ferreira, de Porto Ferreira, aguarda o comunicado oficial do Tribunal de Justiça (TJ) para mandar para a capital todos os documentos do processo sobre a morte do jornalista Luiz Carlos Barbon Filho. O Tribunal de Justiça aceitou o pedido da juíza de transferir o julgamento para uma vara de execuções criminais em São Paulo. A medida é para garantir o sigilo das investigações.

Barbon foi morto a tiros em 5 de maio de 2007 por um homem que estava na garupa de uma moto. O crime aconteceu em um bar no centro de Porto Ferreira. O jornalista acompanhava casos policiais e fazia denúncias através de seu jornal. Quatro policiais militares foram indiciados por suspeita de envolvimento no assassinato.

A esposa do jornalista, Kátia Camargo, entrou para o Programa de Proteção à Testemunha, em janeiro deste ano, pois, depois do homicídio, começou a receber ameaças .

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