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Alckmin diz que pedágio no Trecho Leste do Rodoanel custará R$ 1,70

Alckmin diz que pedágio no Trecho Leste do Rodoanel custará R$ 1,70

Atualizado: Quinta-feira, 10 Março de 2011 as 1:45

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, participou nesta quinta-feira (10) da assinatura do contrato de concessão entre a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) e o Consórcio SPMar para operação do Trecho Sul e a construção do Trecho Leste do Rodoanel Mario Covas.

Durante a cerimônia, que aconteceu no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul de São Paulo, o governador informou o valor do pedágio no Trecho Leste do Rodoanel. "Deve ser R$ 1,70 em cada praça e a cobrança será autorizada em até seis meses", afirmou.

Já no Trecho Sul, segundo a assessoria de imprensa do governador, o valor será de R$ 2,30. O  governador disse também que no Rodoanel o valor quilométrico é de R$ 0,04. "Nesse modelo, que é o ideal, você paga na saída do Rodoanel. Se fosse assim no estado todo não teria tanta reclamação de que a pessoa anda um trecho pequeno e paga a tarifa às vezes alta", disse Alckmin.

Ainda de acordo com governador, a tarifa dos pedágios ficou menor que o previsto em edital. "Ficou mais barato 63% do valor estipulado inicialmente. As obras do Trecho Leste começam agora, pois tem início as desapropriações, os estudos ambientais e os trabalhos executivos. A obra física começará em seis meses, com prazo de entrega de 36 meses. A obra vai interligar o maior aeroporto do país, que é Cumbica, ao maior porto latino-americano, que é Santos", explica.

Alckmin disse também que o último trecho restante do Rodoanel, o Norte, já está em estudo. "Os estudos para o Trecho Norte estão em andamento, tanto que o modelo vai ser apresentado ao Programa Estadual de Desestatização e também estão em estudo as questões ambientais. A Asa Norte vai ligar a última estrada, a Fernão Dias e vai fechar o anel", ressalta.

De acordo com o governador, o Rodoanel faz parte de um novo modelo de concessão proposto pelo estado. "É um modelo com um estado regulador e fiscalizador e a iniciativa privada como financiadora e executora. Além disso, é uma obra que  vai ampliar a infraestrutura, manutenção e o atendimento ao usuário nas rodovias paulistas".    

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