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Anastasia arrecadou mais entre 11 governadores eleitos, aponta TSE

Anastasia arrecadou mais entre 11 governadores eleitos, aponta TSE

Atualizado: Quarta-feira, 3 Novembro de 2010 as 9:23

Dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (2) mostram que a campanha do candidato a governador eleito em Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB),  foi a que mais arrecadou doações entre 11 dos 18 governadores que venceram a eleição no primeiro turno.

O prazo final para os candidatos entregarem a prestação de contas à Justiça Eleitoral terminou às 19h desta terça, mas os relatórios de sete governadores eleitos ainda não tinham sido divulgados no sistema do TSE até as 19h desta segunda. Os políticos que disputaram o segundo turno têm até 30 de novembro para prestar contas.

De acordo com o relatório, a campanha tucana ao governo de Minas, segundo maior colégio eleitoral do país, arrecadou R$ 38.024.733,57 por meio da conta individual do candidato. As doações recebidas por meio da conta do comitê não foram divulgadas.

A segunda maior arrecadação das campanhas de governos estaduais também ficou com um candidato tucano, mas foi para São Paulo, estado com maior número de eleitores do Brasil (22,3% do total).

O governador eleito do estado, Geraldo Alckmin (PSDB), informou uma arrecadação de R$ 34.221.236,96 em doações pela conta individual e de R$ 40.705.296,79 pela conta do comitê. Os dados enviados ao TSE mostram que a maior parte das doações entrou via comitê e foi repassada para a conta do candidato.

Os candidatos podem receber doações de duas formas: por meio do comitê de campanha ou da conta individual. A Justiça Eleitoral permite que esses dois fundos transfiram recursos entre si. Por isso, a arrecadação de um candidato não corresponde necessariamente à soma das contribuições à conta individual e ao comitê de campanha.

As listas de doadores dos candidatos eleitos nos dois estados são repletas de empresas de diversos setores da economia, mas os valores mais elevados são de companhias de construção civil e engenharia e de instituições bancárias.

Por: Débora Santos

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