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Após 50 dias, USP suspende greve

Após 50 dias, USP suspende greve

Atualizado: Quarta-feira, 30 Outubro de 2013 as 6

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No terreno, cedido pelo governo do estado, já funcionou como um aterro de dejetos do Rio Tietê. Com o passar do tempo, o material decomposto começou a emitir gás metano, que é tóxico e pode até ser explosivo, segundo a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb).
Os professores e alunos diziam temer risco de explosão e os efeitos de contaminação. O receio surgiu após a colocação de uma placa como a logomarca da Cetesb informar sobre a concentração de gás metano no terreno.
 
Em outubro, um grupo ocupou o prédio da reitoria como forma de protesto. Após autorização judicial, cerca de 60 policiais do Batalhão de Choque realizaram uma operação de reintegração de posse junto a um oficial de justiça no dia 19 de outubro. Não houve registro de conflito. Cerca de 30 alunos saíram pacificamente.
 
Representantes da USP, da Cetesb e da empresa contratada para mapear os locais contaminados foram ouvidos na terça-feira pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
 
Representantes da universidade disseram que só encontraram uma bolha de gás em um prédio provisório e que outros pontos onde o gás está presente não representam perigo.
 
A Cetesb disse que a área vai receber tratamento de descontaminação até que um sistema de drenagem seja completamente instalado.
 

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