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Após assassinatos, famílias não enterraram estudantes mortas no PR

Após assassinatos, famílias não enterraram estudantes mortas no PR

Atualizado: Segunda-feira, 25 Abril de 2011 as 1:35

As duas alunas de Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná, mortas em 2008 e em 2010 ainda não foram enterradas. Os ossos das garotas foram encaminhados para o Instituto Médico-Legal (IML) de Curitiba para que fosse feito o exame de DNA para comprovar a identidade das vítimas.

As duas estudavam no colégio estadual Vinícius de Moraes e teriam sido mortas e enterradas no pátio da escola pelo zelador, Raimundo da Silva, de 52 anos. Ele confessou os crimes e mostrou aos policiais o local exato onde estavam as ossadas. O zelador está preso há oito meses em Campo Mourão.

O material foi recolhido e encaminhado para o Instituto de Criminalística de Curitiba. Segundo o diretor do IML em Campo Mourão, as ossadas serão liberadas depois que sair o resultado do DNA. Mas, sem o laudo, as famílias não podem fazer os enterros.

No caso da estudante assassinada em 2008, o exame foi realizado há seis meses, mas o resultado não saiu. De acordo com o Instituto, foram necessárias análises complementares no material o método utilizado no exame de DNA estava sendo insuficiente para confirmar a identidade da garota.        

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