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Assessor da Grande Rio diz que escola tinha prevenção de incêndio

Assessor da Grande Rio diz que escola tinha prevenção de incêndio

Atualizado: Segunda-feira, 7 Fevereiro de 2011 as 11:28

O assessor de imprensa da Grande Rio, Avelino Ribeiro, disse que os integrantes da escola foram pegos de surpresa pelo incêndio porque havia esquema de prevenção. “É uma coisa que está surpreendendo a gente porque a Grande Rio tem uma equipe de bombeiros que fica 24 horas tomando conta de tudo, a gente usa todos os nossos esquemas de prevenção de incêndio e a gente tá em estado de choque”, disse em entrevista à Globo News.

De acordo com ele, não havia pessoas trabalhando no barracão da escola na confecção das fantasias e carros alegóricos, mas apenas vigias.

“A primeira informação que temos e que não havia ninguém trabalhando, nós temos gente que fica na escola 24 horas. São pessoas vizinhas que tomam conta do barracões pra gente”, afirmou.

De acordo com ele, os barracões atingidos foram da Liesa, em que funciona uma exposição de carros para visitantes, refeitório e oficina de alegorias, além da Portela, Grande Rio e da União da Ilha. “A Grande Rio tinha mais de 70% dos carros prontos, fantasias de comunidades, fantasias de destaque”, disse.

No 1º andar do barracão da escola funciona a parte de confecção de carros alegóricos - eram seis carros alegóricos praticamente prontos para o carnaval - e o almoxarifado, em que fica a grande parte do material. No 2º andar funciona a parte artística, o refeitório e os banheiros. No 3º andar estão a sala do presidente, do patrono, a tesouraria e toda a parte administrativa.

No 4º andar fica o ateliê de fantasias e mais uma parte do material do almoxarifado, principalmente blocos de isopor, que torna o andar mais perigoso por ser material altamente inflamável.

“Tá todo mundo em estado de choque a gente não tá entendendo nada. Nosso carnaval estava praticamente pronto, estávamos tratando de detalhes, acabamento e finalização”, lamentou.

De acordo com Ribeiro, as alegorias da Grande Rio são todas feitas no local.

“[Com] Nossa garra, nossa vontade, a gente via conseguir superar isso. Apesar de toda tristeza, a gente tem muita confiança. Nesse momento a gente tem que acreditar nisso e pedir a Deus para que não haja nenhuma vítima fatal”, disse.    

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