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Baixa pressão dos pneus gera poluição

Baixa pressão dos pneus gera poluição

Atualizado: Terça-feira, 28 Julho de 2009 as 12

Um em cada três motoristas dos principais países latino-americanos dirige habitualmente com baixa pressão em pelo menos um dos pneus de seu carro (ou seja, 7 psi abaixo do recomendado pelo fabricante do veículo). Entre esses motoristas, um em cada seis dirige em situação de risco por deixar os pneus com pressão abaixo do limite mínimo de segurança (10 psi abaixo do recomendado). Ainda como consequência da baixa pressão de pneus, a cada ano, os motoristas desperdiçam 660 milhões de litros de combustível, o equivalente a US$ 645 milhões. Os números também refletem na emissão extra de 1,552 milhões de kg de CO2 na atmosfera.

A baixa pressão de pneus também causa efeito extremamente negativo para a durabilidade dos pneus, pois exige um trabalho extra da banda de rodagem e causa a flexão excessiva das paredes laterais. Juntos, esses dois fatores podem causar uma falha nos pneus. Estas são as conclusões das revisões gratuitas realizada pela Bridgestone em 6.240 veículos em seis países da América Latina em 2008 (Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, México e Venezuela).

A pressão de pneus exerce uma grande influência na resistência ao rolamento de um pneu, que tem uma grande representatividade no consumo de combustível de um veículo. Dependendo do tipo de pista e estilo de direção, a resistência ao rolamento exerce uma influência que pode variar entre 18% e 26% da energia consumida por um veículo. Assim, desencadeia-se, portanto, um efeito dominó: pneus com baixa pressão geram uma maior resistência ao rolamento, o que, consequentemente, aumenta o consumo de combustível e a emissão de CO2.

Postado por: Felipe Pinheiro

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