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Bebê que pode ter sido vítima de erro em hospital segue internado em SP

Bebê que pode ter sido vítima de erro em hospital segue internado em SP

Atualizado: Segunda-feira, 17 Janeiro de 2011 as 3:53

O menino de 4 anos, que pode ter recebido por engano alimento na veia , continua internado no Hospital São Luiz, na Zona Sul de São Paulo. De acordo com o boletim médico divulgado na tarde desta segunda-feira (17), ele tem quadro clínico estável e apresenta “melhoras progressivas”. Mesmo assim, não há previsão de alta.

O garoto está internado na UTI pediátrica. Na sexta-feira (14), a família dele informou que  uma enfermeira teria injetado, por engano, a alimentação na veia da criança, que está em coma. A assessoria de imprensa do hospital, no entanto, disse não saber informar se o paciente está mesmo em coma.

Em nota, na sexta, o hospital disse que a criança foi internada no dia 28 de dezembro com broncopneumonia e  tinha um antecedente de doença pulmonar crônica. Na tarde de quinta-feira (13), os médicos constataram uma piora grande no quadro do paciente e o menino foi para a UTI.   A família dele registrou um boletim de ocorrência denunciando um suposto erro. Segundo a família, uma enfermeira teria injetado alimento na veia da criança em vez de injetá-lo na válvula gástrica, que leva ao estômago. Um tio do menino informou que peritos do Instituto de Criminalística estiveram no hospital para recolher materiais.

Histórico

Essa história lembra o que aconteceu no fim do ano passado, quando uma enfermeira aplicou vaselina em vez de soro em uma criança de 12 anos. A menina apresentava sintomas de virose quando foi internada no Hospital São Luiz Gonzaga, na Zona Norte de São Paulo. Ela recebeu duas bolsas de soro e já se sentia melhor quando a terceira bolsa foi trocada.

Foram injetados cerca de 50 ml de vaselina líquida. A menina foi transferida às pressas para a Santa Casa, mas não resistiu. A auxiliar de enfermagem admitiu a confusão dos frascos - disse que os dois estavam guardados no mesmo lugar e eram idênticos. Ela responde ao processo de homicídio culposo, sem intenção de matar, em liberdade.

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