Brasil, Peru e EUA formam grupo para estudar malária na Amazônia

Brasil, Peru e EUA formam grupo para estudar malária na Amazônia

Atualizado: Quinta-feira, 15 Julho de 2010 as 10:23

Em conjunto com o Peru e os Estados Unidos, cientistas do Instituto de Ciências Biomédicas e da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) formaram um grupo para estudar a transmissão da malária na Amazônia. Florestas do Brasil e do Peru serão analisadas.   A pesquisa, financiada com US$ 9,2 milhões (cerca de R$ 16,2 milhões) do governo dos EUA, deverá ser realizada durante sete anos. As informações são da Agência USP de notícias.   O estudo será gerido por meio do Centro Internacional Peruano e Brasileiro de Excelência em Pesquisa de Malária (Icerm), que deve começar a funcionar em setembro, agregando pesquisadores de oito instituições.

A ideia é levantar o número de pessoas infectadas e o de novos casos, com pesquisas de campo em Acrelândia (AC) e em Iquitos e Puerto Maldonado, no Peru. Os pesquisadores deverão avaliar a genética dos mosquitos capturados e o horário e o local que eles picam, além de tentar descobrir se o transmissor é capaz de desenvolver resistência a inseticidas e repelentes.

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